Voluntários de leitura

 








A Rede de Bibliotecas Escolares renova o convite: procuram-se voluntários para acompanhar alunos que se encontram a dar os primeiros passos na aprendizagem da leitura e que beneficiarão de um acompanhamento adicional para reforçar a confiança, a fluência e o gosto de ler.

Se aprecia a leitura e tem disponibilidade, conheça o projeto, explore a informação disponível no portal e descubra como pode participar.

Inscreva-se como Voluntário de Leitura.


Apresentação

O projeto Voluntários de Leitura, da responsabilidade da Rede de Bibliotecas Escolares, mobiliza cidadãos disponíveis para colaborar regularmente com as escolas, apoiando as crianças no desenvolvimento da leitura.

Através da leitura partilhada e de outras formas de acompanhamento, os voluntários proporcionam às crianças mais oportunidades para ler, num ambiente próximo e encorajador, em articulação com os docentes e o professor bibliotecário.

Objetivos

O projeto tem como principais objetivos:

  • proporcionar às crianças mais oportunidades para ler e contactar com livros diversificados;
  • apoiar o desenvolvimento das competências de leitura, sobretudo das crianças que necessitam de maior acompanhamento;
  • favorecer o gosto, a confiança e a motivação para ler;
  • reforçar a participação da comunidade na promoção da leitura.

O papel do voluntário

A leitura partilhada com um número restrito de crianças (uma a quatro no máximo) constitui a principal modalidade de participação. O voluntário escuta a criança ler, acompanha o seu ritmo, encoraja-a e apoia-a perante dificuldades, contribuindo para que leia mais e desenvolva progressivamente as suas competências de leitura.

Os voluntários podem também colaborar noutras atividades de promoção da leitura, se for do seu interesse e dentro da sua disponibilidade.

Saiba tudo aqui.

(visite a nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)

Começamos o ano assim...

 



Logo no início deste ano letivo, reunimos com os colegas do 1.º ciclo e as educadoras paras lhes darmos conta das atividades da BE.

Contamos com todos. Como sempre! 

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Feliz novo ano letivo

 


A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Samora Correia deseja a toda a comunidade educativa um ano letivo cheio de saúde e sucessos!


A D. Marília e a magia do fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto


A César o que é de César, a Marília o que é de Marília. 

O fantocheiro da biblioteca escolar da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto é mágico por muitas razões. Porém, há uma que é absolutamente fundamental para a Biblioteca Escolar: chamar os alunos para a leitura e, como tal, transformar os alunos em leitores ativos e curiosos.

Nesse sentido, este projeto faz com que os alunos passem horas com os livros, faz com que as suas capacidades de leitura e de interpretação melhorem e mobiliza várias dimensões da aprendizagem e do desenvolvimento: leitura expressiva, interpretação textual, trabalho colaborativo, criatividade e expressividade artística, etc. 

Todo este trabalho - com todos os seus frutos - não seria possível sem o trabalho infatigável e único da D. Marília. Ao longo deste ano, a D. Marília acompanhou dezanove histórias de fantoches e as múltiplas representações na biblioteca, quer para as turmas do pré-escolar, quer para as turmas do 1.º ciclo.

Desde a escolha das histórias, aos desenhos, ao recorte e à plastificação dos fantoches, até aos ensaios, a D. Marília é única e incansável - acompanha os nossos alunos em todos os momentos. E quando vemos as representações, não podemos deixar de constatar que os nossos alunos leem bem. E o número de requisições domiciliárias da biblioteca é elevadíssimo. Por tudo isto, a D. Marília é um exemplo para qualquer biblioteca escolar - é parte ativa na promoção e na concretização da missão da biblioteca escolar. 

Muito obrigado!

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Teatradas - Robertices, de Luísa Dacosta, no fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto

 





Eu teatro, tu teatras, ele... Não, não! Não há  qualquer coisa como "teatrar" na nossa língua. Não é um verbo. Fantochar é, "teatrar" não. A teatrada que Luísa Dacosta refere no prólogo*  a Robertices é um nome e refere, nada mais nada menos, que um espetáculo dado em teatro.

E as duas peças que formam Robertices são muita teatrada porque têm muita diversão e cacetada - "brava pancada de roberteria". Mas esta cacetada de bonecos, fantoches, títeres ou marionetas " não parte cabeças, nem causa arrelias". E o teatro é mesmo isto, um brincar para aprender sobre as coisas da vida.

A sugestão da professora Catarina foi ao encontro do espírito do fantocheiro e o trabalho das suas alunas foi notável. Desde as ilustrações, passando pelos ensaios, até à representação d' O freguês caloteiro - uma das peças que forma Robertices -, as nossas alunas foram um exemplo de esmero e de entusiasmo.

As suas extraordinárias representações foram registadas em vídeo e originaram conversas muito boas com os colegas e amigos da sua turma e das turmas 1A 4 E 1B 4. As representações também contaram com uma visita muito especial: a professora Ana Ramalho!

Foi um gosto para as alunas e para a biblioteca ter a professora Ana Ramalho a assistir, uma vez que o Fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto nasceu de uma ideia sua.

Em outubro começamos outra vez!

* Os prólogos das peças de teatro são lugares mágicos, uma vez que é o início da transformação do espectador.

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O nosso mapa - a apresentação do Dima para o projeto Abr@ço

 





A alegria da primeira pessoa do plural é a pertença, a integração, o conjunto - nós. Podemos dizer que é essa alegria e é essa a verdade da pertença de todos ao nosso mundo. É, como se pode ver, uma coisa imediata. 

O projeto Abr@ço da Biblioteca Escolar abraça, passe a redundância (ainda que propositada) de duas coisas muito nossas: as diferenças dos lugares de onde somos e as igualdades de todos nós. Por isso, a equipa da BE criou um planisfério digital do nosso mundo e encheu-o, com o trabalho dos alunos inscritos no projeto,  de  pluralidade cultural e de humanidade: coisas que todos, todos (mesmo todos), temos: afetos, alegrias, ar para respirar, água para beber, alimento para viver, dignidade e direitos humanos.

O Dima, do 3H 1, da Escola Básica de Samora Correia, apresentou o seu contributo à sua turma. O Dima trabalhou na biblioteca, acompanhado pelo professor bibliotecário, e pesquisou e organização informação sobre costumes e tradições da Moldávia, assim como os seus gostos pessoais. Foi um trabalho excelente!

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Crunch! O monstro que come as páginas dos livros, escrito, ilustrado e editado pela Lara do 4H.4

 



A nossa biblioteca teve duas apresentações de livros escritos pelas nossas alunas, ambas do 4H 4!

A primeira foi a Constança, com as aventuras da tartaruga Naná. Agora foi a vez da Lara nos mostrar a sua inspiração e o seu talento. 

Dado que o seu livro se chama O monstro que come as páginas dos livros é um risco dizer que a obra da Lara é uma delícia! O texto é engraçado, as ilustrações são um espanto e o design é uma alegria. Além de ter escrito e ilustrado, a Lara acabou por fazer uma bela edição de autor!

A biblioteca preparou tudo para a apresentação do livro da Lara! Depois das apresentações,  a autora leu a sua obra e tivemos um espaço de perguntas e respostas! 

Estamos muito contentes com o trabalho dos nossos alunos e temos a certeza que todos aqueles que agora transitam para o 2.º ciclo irão continuar a ser imaginativos e talentosos! 

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Voluntários de leitura

  A Rede de Bibliotecas Escolares renova o convite: procuram-se voluntários para acompanhar alunos que se encontram a dar os primeiros passo...

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