Diagnóstico de Fluência Leitora aos alunos do 2.º ano da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto
















Ontem, dia 18 de junho, foi dia de  Diagnóstico de Fluência Leitora (aplicado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação a todos os alunos do 2.º ano de escolaridade) na Escola Básica n.º 2 de Porto Alto.

Os alunos chegaram-se à mesa dos envelopes surpresa e escolheram entre "aventura", "amizade" e "mistério". Desvendado o livro, sentaram-se a ler em pares e, depois, partiram para as mesas coloridas, cada uma com perguntas. Mais uma vez, os nossos alunos fizeram fichas de leitura muito boas!

Vitória, vitória, a fluência leitora continua agora todos os dias!


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Beijos e aguarelas de palavras na biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto











Os simpaticíssimos e talentosos alunos da turma 1A 4 assistiram à leitura d' O beijo da palavrinha, de Mia Couto. na biblioteca escolar. Tal como os colegas que já participaram nesta a atividade, também experimentaram as sensações da leitura e foram rio, ondas e aves. De seguida, apanharam em pincéis e aguarelas e criaram um verdadeiro atelier artístico e de boa disposição. Os trabalhos ficaram tão bons que a biblioteca retirou o maravilhoso estendal de cravos e estendeu as aguarelas dos nossos alunos. Ficou muito bonito!

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Beijos das palavras na biblioteca da Escola Básica de Samora Correia

 










Todos nós experimentamos, em todas as idades da vida, a sensação de ficarmos sem palavras - a realidade ultrapassa-nos. Pode ser uma alegria, uma tristeza, um assombro. Até pode acontecer quando queremos explicar porque gostamos de uma canção: as palavras não nos chegam. Outras vezes, porém, uma palavra - uma só palavra - pode dar-nos o mundo e a vida inteiros.

Os nossos alunos, graças às suas excelentes professoras, vieram a mais uma sessão da leitura e da oficina criativa "O beijo da palavrinha", a partir da história única de Mia Couto. Durante a leitura, todos nos transformamos em rio, todos sentimos o chão quente nos pés, todos sentimos a tristeza, todos sentimos a esperança e todos nos transformamos.Após a leitura, é pedido aos alunos que escrevam uma palavra que seja importante para eles, uma palavra boa, uma palavra que dê conta do mundo e da vida inteira de cada um. 

A biblioteca escolar recebeu os alunos das professoras Andreia e Vera e ficámos muito contentes. Porque esta leitura ressoa da mesma forma, quer para os alunos do primeiro ano, quer para os alunos do quarto ano. No caso dos primeiros, acaba por ser uma síntese poética do primeiro ano de aprendizagens. Já no quarto ano, os alunos prepararam-se para um novo desafio. Em ambos os casos é o mar interior de cada um que  cresce e se transforma. As palavras que escolhem são lindas, perfeitas - têm a vida toda: mãe, pai, avô, avó, natureza, mar, amor e tantas mais. O mar - como os nossos alunos nos lembram - é de todas as cores.

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Diagnóstico de Fluência Leitora aos alunos do 2.º ano da Escola Básica de Samora Correia





O Diagnóstico de Fluência Leitora, aplicado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação a todos os alunos do 2.º ano de escolaridade, foi uma animação na biblioteca da Escola Básica de Samora Correia! 

As biblioteca escolar organizou e implementou a atividade "Ler, pensar e recomendar." Após abrirem o envelope surpresa (apenas tem uma indicação do tema do livro que está no seu interior), os nossos alunos, em pares de dois, leem o livro e iniciam um percurso por cinco mesas. Em cada mesa, respondem às perguntas que aí se encontram e registam as respostas na ficha de leitura.

Podemos dizer que temos fichas de leitura fantásticas!

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O que é ser criança? Desenhos no chão da biblioteca da Escola Básica de Samora Correia








A professora Vera veio à biblioteca com os seus alunos no Dia Mundial da Criança!

Estendeu uma folha enorme no chão da biblioteca e desafiou os seus alunos a expressarem a sua compreensão e o seu sentimento sobre o significado de se ser criança.

Os alunos ocuparam, livres,  a grande folha de papel e puseram mãos à obra! Deitados, sentados - como se sentiram bem -, partilharam canetas, lápis, cores, ideias e emoções. Haverá algo mais infantil do que desenharmos o mundo deitados, debruçados sobre uma folha?

Brincadeira, comida, alegria, amizade, amor e imaginação preencheram a grande folha!

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A oliveira da democracia: o Mediterrâneo, a sustentabilidade e os direitos constitucionais de todos nós

Os sábios da Antiguidade ensinavam que os confins do Mediterrâneo se situavam onde a oliveira se detém. 

Predrag Matvejević, Breviário Mediterrânico, 1987.











Os professores de História e Geografia de Portugal, Marcos Carvalho, de Ciências Naturais, Dina Monteiro, Maria do Carmo Figueiredo, e de Prática Artística, Luís Pinheiro, organizaram uma atividade interdisciplinar no âmbito das suas disciplinas, do Projeto Eco-Escolas e da Biblioteca Escolar. 

Chamaram-lhe "oliveiras da democracia" e realizou-se hoje, dia 1 de junho, na Escola Básica de Porto Alto, com os alunos do 5.º G, do 6.º H e, ainda, com o Nelson, do 5.º A.

No tempo do "era uma vez", uma comunidade de homens e mulheres fundou uma nova cidade. Procuraram um deus protetor e dois deuses disputaram esse lugar. No sítio mais alto e sagrado da cidade - a acrópole -, Posídon, deus do mar, golpeou a rocha e desta nasceu uma corrente imensa de água salgada. Na sua vez, Atena, deusa da sabedoria, tocou a terra e dela nasceu uma oliveira. 

Perguntámos aos nossos alunos que oferta escolheriam e eles responderam a oliveira. Explicaram que a fonte de água salgada poderia ser espetacular, mas a oliveira dá sombra e alimento. Foi justamente este o pensamento dos fundadores da nova cidade e escolheram o presente da deusa Atena. A cidade passou a chamar-se Atenas e é hoje a capital da Grécia.

Do tempo do era uma vez, passámos para o tempo da história, da cronologia e dos acontecimentos que formam quem somos. A oliveira, uma das poucas espécies autóctones do espaço do Mediterrâneo, atesta-nos o sábio Orlando Ribeiro, faz parte da paisagem portuguesa há séculos. Deu - e dá - sombra, alimento e madeira.

Como todas as coisas vivas neste planeta, as oliveiras não são uma coisa só. Têm diversas variedades. A variedade que os professores escolheram plantar com os seus alunos é a Galega, uma das variedades mais antigas de Portugal e que pode ser encontrada na nossa região - o Ribatejo.

Ao plantar uma árvore que marca a nossa paisagem há milénios, estamos a praticar um valor fundamental na vida de todos nós: o da sustentabilidade. Define-se pela necessidade de extrairmos recursos do meio para a nossa sobrevivência sem colocar em risco as suas reservas para aqueles que virão depois de nós - os nossos filhos, netos, bisnetos, etc. Assim, plantar uma oliveira também não deixa de ser um contributo para a concretização do ODS 12 - Garantir Padrões de Consumo e de Produção sustentáveis.

Ao mesmo tempo, a oliveira e o azeite não deixam de remeter para um dos maiores patrimónios partilhado pelos povos da bacia do Mediterrâneo: a dieta. Sinónimo de saúde e de equilíbrio, o padrão de consumo mediterrânico valoriza o consumo de produtos de produção local, técnicas de preparação como o cozido, o refogado e o grelhado e, ainda, algo que é fundamental na vida de todos nós: a partilha das refeições.

A oliveira também é símbolo de paz. O estudo da disciplina de História deve servir dois fins: compreendermos que os acontecimentos do passado definem quem somos e formarmos um juízo para que não voltemos a repetir os erros desse mesmo passado. Como nos ensinou Lídia Jorge, temos de saber determinar a causa certa.

Saber determinar a causa certa é escolher os valores da democracia e da cidadania consagrados na Constituição da República de 1976. Porquê? Porque garantem igualdade e respeito pela diferença - garantem a dignidade de todos.

Pusemos as mãos na terra para estas oliveiras crescerem fazendo votos que os nossos direitos constitucionais acompanhem o seu crescimento. Que ambos nos deem sombra em todos os momentos da nossa vida. Porque é precisamente o tempo da nossa vida, o aqui e agora - não o tempo do era uma vez - que nos toca. E é precisamente este tempo que Sophia de Mello Breyner Andresen referia quando escreveu o verso do seu mítico poema: "e livres habitamos a substância do tempo."

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Dia Mundial da Criança

 

                foto retirada do site da Câmara Municipal do Seixal


Que todas as crianças o possam ser!

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Diagnóstico de Fluência Leitora aos alunos do 2.º ano da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto

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