Descobre tudo aqui https://observador.pt/2015/03/13/sexta-feira-13-azar-nasceu-franca/
Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Samora Correia, concelho de Benavente, distrito de Santarém.
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O Dia Internacional do Livro teve a
sua origem na Catalunha, uma região semiautónoma da Espanha.
A data começou a ser celebrada em 7
de Outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes,
escritor espanhol.
No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de Abril, dia do
falecimento de Cervantes.
Mais tarde, em 1996, a UNESCO
instituiu 23 de Abril como o Dia Mundial do Livro e dos Direito de Autor, em
virtude de a 23 de Abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como
Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.
São Martinho foi um cavaleiro, um monge e um santo. É capaz de trazer o Verão ao Outono e, graças a ele, todos os anos comemos castanhas. Esta é a história por trás do Dia de São Martinho, que se celebra a 11 de Novembro.
Corria o ano de 337, no século IV, e um
outono duro e frio atormentava toda a Europa. Reza a lenda que um cavaleiro gaulês,
chamado Martinho, tentava regressar a casa, quando encontrou, a meio do caminho,
durante uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola. O cavaleiro, que
não tinha mais nada consigo, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o
ao meio com a espada e deu-o ao mendigo. Nesse momento, a tempestade
desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.
O milagre ficou conhecido como «o Verão
de São Martinho». Desde então, por altura de Novembro, o tempo incerto de Outono
vai embora e o sol ilumina-se no céu, como aconteceu quando o cavaleiro
ofereceu o manto ao mendigo.
É por causa desta lenda que, todos os
anos, festejamos o Dia de São Martinho a 11 de Novembro. O famoso cavaleiro da
história era um militar do exército romano, que abandonou a guerra para se
tornar num monge católico e fazer o bem.
São Martinho foi um dos principais
religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a atual França) e tornou-se num dos
santos mais populares da Europa. Diz-se que protege os alfaiates, os soldados e
cavaleiros, os pedintes e os produtores de vinho.
Foi a 11 de Novembro que São Martinho
foi sepultado na cidade francesa de Tours, a sua terra natal e é por esse
motivo que a data foi a escolhida para celebrar o dia a si dedicado. Além de
Portugal, também outros países festejam este dia. Em França e Itália, à
semelhança de Portugal, comem-se castanhas assadas. Já em Espanha, faz-se a
matança de um porco e, na Alemanha, acendem-se fogueiras e organizam-se
procissões.
O Dia Internacional do Trava-Línguas é celebrado anualmente no segundo domingo de novembro. O objetivo é melhorar a enunciação das palavras, impressionar os ouvintes e divertir-se, ao mesmo tempo.
O trava-línguas é um conjunto de palavras que forma uma frase de complexa articulação devido à existência de sons que exigem movimentos repetitivos e pouco comuns à língua.
Exemplos de textos Trava-Línguas
O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem; o
tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
Num prato de trigo tragam três tigres. Três tigres
tragam trigo num prato dum trago. Tragam o trigo aos três tigres que eles
tragam o trigo no prato. Tragam o trigo aos três tigres que eles tragam o trigo
no prato dum trago.
Kilt
Os homens na Escócia não usam SAIA, eles usam KILT. O Kilt é uma peça de vestuário tipo uma saia, mas que tem características específicas, como o corte, o tecido, a forma de amarrar etc.
Kilt, de acordo com o dicionário, é um termo em escocês que significa “enrolar como uma saia”, e tem origem escandinava, derivada da palavra kjalta (nórdico antigo).
De origem gaélica, o Kilt surgiu no século XVI e era uma peça maior, com um tecido que se colocava por cima dos ombros. No século XVII, apareceram as primeiras versões como o conhecemos hoje, só da cintura até o joelho. O Kilt era usado também como uniforme pelos exércitos escoceses até a Primeira Guerra Mundial.
De modo geral, é uma vestimenta FORMAL, reservada para ocasiões especiais, como festas, casamentos, formaturas ou celebrações nacionais
O Kilt só era usado nas Highlands, enquanto noutras partes da Escócia era visto como algo típico de povos bárbaros. Era uma peça de vestuário tão enraizada na cultura escocesa, e especialmente nas Highlands, que foi banida entre 1746 e 1782, como tentativa do governo britânico para suprimir a identidade dos Highlanders, após a derrota da Revolução Jacobita. Depois deste período, os povos do sul da Escócia passaram a ter mais simpatia pelos Highlanders e pela sua cultura e o Kilt foi ficando mais popular, mas só se tornou mais conhecido como parte de toda a Escócia mesmo a partir do século XIX.
Os Kilts chegam até aos joelhos e, para usos mais tradicionais, faz parte de uma composição que inclui várias outras peças: camisa, colete, casaco, pregadeira com o símbolo do clã, meias até o joelho, flashes (tecido decorativo preso às meias, que deve combinar com o padrão do kilt), sapatos, uma pequena bolsa levada à cintura e posicionada na parte da frente, que serve como uma carteira, já que o kilt não tem bolsos, e uma faca, inserida na meia que, antigamente, servia para múltiplos usos, mas hoje em dia é meramente decorativa.
O Kilt tem muitas vantagens: é quente devido à composição de lã, permite liberdade de movimento e é muito fácil de colocar e tirar, já que é enrolado na cintura. Além disso, para aqueles que o usavam séculos atrás, andar com calças na chuva e na lama fazia com que as pessoas ficassem muito tempo com o tecido molhado no corpo, então, o Kilt, que ia só até os joelhos, facilitava secar as pernas e pés e evitava a proliferação de doenças, além de trazer mais conforto.
Hoje em dia, qualquer homem, escocês ou não, pode usar e até criar seu próprio Tartan. Os kilts tradicionais são feitos por alfaiates e companhias que estão no negócio há anos e os preços são elevados, refletindo todo o trabalho de criar essas peças. Versões mais populares, com tecidos mais baratos e “para turista ver” são encontrados em qualquer loja para turistas.
Famosos que usam Kilt:
Os homens de kilt não usam roupa interior?
Tradicionalmente, não se vestia nada por baixo e alguns regimentos do exército, inclusive, proibiam usar. Mas, hoje em dia, por variadas razões, quem decide é quem veste a peça. Alguns grupos recomendam o uso de alguma peça íntima, enquanto outros acham que a tradição deve ser mantida e não há nada de errado em não vestir nada por baixo...
Mulheres usam Kilt?
Não, as mulheres usam SAIAS estampadas com o Tartan, mas que não é considerada uma vestimenta tradicional. A exceção é quando uma mulher faz parte de uma banda de gaitas de fole e tem que usar o uniforme.
Em 1147, D. Afonso Henriques, ajudado por cruzados que se dirigiam para a Terra Santa, inicia um cerco ao castelo de Lisboa, com o objetivo de o conquistar aos mouros. Durante uma das investidas, a 21 de Outubro de 1147, teria existido um tal Martim Moniz que se deixou entalar numa das portas do castelo para permitir a entrada dos combatentes comandados pelo rei de Portugal. Não se pode comprovar a existência desta personagem, visto não haver qualquer documento da época que a ela faça referência. Citam-na, no entanto, como figura lendária da História de Portugal.
No sopé do castelo de São Jorge existe uma Praça a que foi atribuída ao nome deste herói lendário e Metropolitano de Lisboa tem uma estação neste local, inaugurada em 1966. Em 1997, no âmbito do programa de beneficiação e expansão da rede, que decorreu até 1999, esta estação - a que foi atribuída ao nome de Martim Moniz - foi totalmente remodelada, com um projeto arquitetónico da autoria do arquiteto Paulo Brito da Silva e intervenção plástica dos artistas Gracinda Candeias e José João Brito.
Esta imagem reproduz um baixo-relevo existente na gare desta estação, representando o entalamento de Martim Moniz, não na porta do castelo, mas na porta de uma carruagem do metro. Esta iniciativa artística possui um duplo significado importante: referenciar esta figura lendária e lembrar aos utentes do metro que, após o sinal de encerramento das portas, é perigoso forçar a entrada nas carruagens.
Sabes, as vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos capazes de combater doenças infecciosas, tornando os seres humanos e outros vertebrados a elas imunes.
É por isso que, na atualidade, as maiores industrias farmacêuticas de todo o mundo fazem estudos para encontrar uma vacina que seja eficaz no combate à pandemia que vivemos.
https://www.leme.pt/magazine/o-saber-nao-ocupa-lugar/como-funcionam-as-vacinas.html
A palavra azulejo tem origem no árabe - azzelij - que significa "pequena pedra polida", podendo igualmente dever-se ao facto da maior parte da produção portuguesa utilizar, sobretudo, a cor azul no seu revestimento. No entanto, s azulejos já eram utilizados na antiguidade, tanto na Mesopotâmia como no antigo Egipto. Com as conquistas árabes, no norte de África e, mais tarde, na Península Ibérica, o azulejo foi trazido para o território que mais tarde seria Portugal. Hoje em dia, faz parte da própria identidade portuguesa: encontramo-los em todo o lado, revestindo, não apenas fachadas e interiores de palácios e prédios de apartamentos, como até em modestas casas que os usam como decoração em cozinhas, corredores e outras dependências.
Para saberes mais:
https://www.leme.pt/magazine/o-saber-nao-ocupa-lugar/azulejaria-portuguesa.html
Em 1952 e muitos mais anos seguintes, o dia 1 de outubro marcava o início do ano letivo, em todo o país. Mas as escolas eram muito diferentes das de hoje...
«Em todo o país reabriram hoje os liceus e escolas técnicas. Voltam a animar-se as salas de aula e os corredores que se quedavam desertos e tristemente silenciosos, durante os meses de férias grandes […] Hoje, porém, não haverá aulas. Espreitaram-se as salas - aqui é a minha turma - e passeou-se nos corredores. […] Em Lisboa, na maioria dos liceus, houve sessões solenes a assinalar a inauguração do ano lectivo, presididas pelos respectivos reitores. […] Quanto às escolas primárias e superiores […] os seus alunos ainda têm uns dias de liberdade. As primeiras reabrem no dia 7 e as segundas lá para meados do corrente mês.»
In Diário Popular n.º 3592, de 01-10-1952, p. 1
Logo no início deste ano letivo, reunimos com os colegas do 1.º ciclo e as educadoras paras lhes darmos conta das atividades da BE. Contam...