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A D. Marília e a magia do fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto


A César o que é de César, a Marília o que é de Marília. 

O fantocheiro da biblioteca escolar da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto é mágico por muitas razões. Porém, há uma que é absolutamente fundamental para a Biblioteca Escolar: chamar os alunos para a leitura e, como tal, transformar os alunos em leitores ativos e curiosos.

Nesse sentido, este projeto faz com que os alunos passem horas com os livros, faz com que as suas capacidades de leitura e de interpretação melhorem e mobiliza várias dimensões da aprendizagem e do desenvolvimento: leitura expressiva, interpretação textual, trabalho colaborativo, criatividade e expressividade artística, etc. 

Todo este trabalho - com todos os seus frutos - não seria possível sem o trabalho infatigável e único da D. Marília. Ao longo deste ano, a D. Marília acompanhou dezanove histórias de fantoches e as múltiplas representações na biblioteca, quer para as turmas do pré-escolar, quer para as turmas do 1.º ciclo.

Desde a escolha das histórias, aos desenhos, ao recorte e à plastificação dos fantoches, até aos ensaios, a D. Marília é única e incansável - acompanha os nossos alunos em todos os momentos. E quando vemos as representações, não podemos deixar de constatar que os nossos alunos leem bem. E o número de requisições domiciliárias da biblioteca é elevadíssimo. Por tudo isto, a D. Marília é um exemplo para qualquer biblioteca escolar - é parte ativa na promoção e na concretização da missão da biblioteca escolar. 

Muito obrigado!

(visite a nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)

Teatradas - Robertices, de Luísa Dacosta, no fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto

 





Eu teatro, tu teatras, ele... Não, não! Não há  qualquer coisa como "teatrar" na nossa língua. Não é um verbo. Fantochar é, "teatrar" não. A teatrada que Luísa Dacosta refere no prólogo*  a Robertices é um nome e refere, nada mais nada menos, que um espetáculo dado em teatro.

E as duas peças que formam Robertices são muita teatrada porque têm muita diversão e cacetada - "brava pancada de roberteria". Mas esta cacetada de bonecos, fantoches, títeres ou marionetas " não parte cabeças, nem causa arrelias". E o teatro é mesmo isto, um brincar para aprender sobre as coisas da vida.

A sugestão da professora Catarina foi ao encontro do espírito do fantocheiro e o trabalho das suas alunas foi notável. Desde as ilustrações, passando pelos ensaios, até à representação d' O freguês caloteiro - uma das peças que forma Robertices -, as nossas alunas foram um exemplo de esmero e de entusiasmo.

As suas extraordinárias representações foram registadas em vídeo e originaram conversas muito boas com os colegas e amigos da sua turma e das turmas 1A 4 E 1B 4. As representações também contaram com uma visita muito especial: a professora Ana Ramalho!

Foi um gosto para as alunas e para a biblioteca ter a professora Ana Ramalho a assistir, uma vez que o Fantocheiro da biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto nasceu de uma ideia sua.

Em outubro começamos outra vez!

* Os prólogos das peças de teatro são lugares mágicos, uma vez que é o início da transformação do espectador.

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Crunch! O monstro que come as páginas dos livros, escrito, ilustrado e editado pela Lara do 4H.4

 



A nossa biblioteca teve duas apresentações de livros escritos pelas nossas alunas, ambas do 4H 4!

A primeira foi a Constança, com as aventuras da tartaruga Naná. Agora foi a vez da Lara nos mostrar a sua inspiração e o seu talento. 

Dado que o seu livro se chama O monstro que come as páginas dos livros é um risco dizer que a obra da Lara é uma delícia! O texto é engraçado, as ilustrações são um espanto e o design é uma alegria. Além de ter escrito e ilustrado, a Lara acabou por fazer uma bela edição de autor!

A biblioteca preparou tudo para a apresentação do livro da Lara! Depois das apresentações,  a autora leu a sua obra e tivemos um espaço de perguntas e respostas! 

Estamos muito contentes com o trabalho dos nossos alunos e temos a certeza que todos aqueles que agora transitam para o 2.º ciclo irão continuar a ser imaginativos e talentosos! 

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Conjugar o verbo fantochar na biblioteca da Escola Básica n.º2 de Porto Alto ou a alegria do pronome pessoal nós







Antes da representação de final de ano, que vos daremos conta mais adiante, tivemos mais representações do nosso fantocheiro. As alunas do 3G 4 e do 4I 4 fantocharam para os amigos e colegas das turmas 1A 4 1B 4. E o nosso público vibra com os teatrinhos a tal ponto de podermos dizer que todos nós fantochamos. E o nós é um pronome pessoal muito especial!

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O beijo da palavrinha: leitura a duas vozes para o 4I 1 da Escola Básica de Samora Correia










A oficina criativa O beijo da palavrinha ganhou novos contornos com a turma 4I 1 da Escola Básica de Samora Correia. A leitura foi feita pela professora Susana e pelo professor Marcos e o atelier deu lugar a um pequeno gabinete de investigação! Entusiasmados com a atividade da Rede de Bibliotecas Escolar (RBE), que a Biblioteca Escolar escolheu para o Diagnóstico de Fluência Leitura (vejam as nossas publicações anteriores), a professora Susana preparou uma ficha de acompanhamento de leitura (linda) e o professor bibliotecário preparou novamente as estações de leitura. No final, os alunos leram os resultados da sua ciranda entre estações literárias. E foram excelentes. Como são sempre, na verdade. A biblioteca estava muito contente com a transformação desta oficina literária. 

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Fantocheiro de final de ano da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto - Robertices e afins.


Na próxima segunda-feira, dia 29, a Biblioteca da Escola Básica n.º2 de Porto Alto apresenta o seu Fantocheiro de final de ano! Teremos a representação de cinco teatrinhos de fantoches ao longo do dia! Robertices, de Luísa Dacosta, é a nossa "cabeça de cartaz". Seguem-se as histórias da PrIncesa e o Sapo, A Cigarra e a Formiga, Branca de Neve e Os três Coelhinhos. Estamos muito entusiasmados!
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Beijos e aguarelas de palavras na biblioteca da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto











Os simpaticíssimos e talentosos alunos da turma 1A 4 assistiram à leitura d' O beijo da palavrinha, de Mia Couto. na biblioteca escolar. Tal como os colegas que já participaram nesta a atividade, também experimentaram as sensações da leitura e foram rio, ondas e aves. De seguida, apanharam em pincéis e aguarelas e criaram um verdadeiro atelier artístico e de boa disposição. Os trabalhos ficaram tão bons que a biblioteca retirou o maravilhoso estendal de cravos e estendeu as aguarelas dos nossos alunos. Ficou muito bonito!

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Beijos das palavras na biblioteca da Escola Básica de Samora Correia

 










Todos nós experimentamos, em todas as idades da vida, a sensação de ficarmos sem palavras - a realidade ultrapassa-nos. Pode ser uma alegria, uma tristeza, um assombro. Até pode acontecer quando queremos explicar porque gostamos de uma canção: as palavras não nos chegam. Outras vezes, porém, uma palavra - uma só palavra - pode dar-nos o mundo e a vida inteiros.

Os nossos alunos, graças às suas excelentes professoras, vieram a mais uma sessão da leitura e da oficina criativa "O beijo da palavrinha", a partir da história única de Mia Couto. Durante a leitura, todos nos transformamos em rio, todos sentimos o chão quente nos pés, todos sentimos a tristeza, todos sentimos a esperança e todos nos transformamos.Após a leitura, é pedido aos alunos que escrevam uma palavra que seja importante para eles, uma palavra boa, uma palavra que dê conta do mundo e da vida inteira de cada um. 

A biblioteca escolar recebeu os alunos das professoras Andreia e Vera e ficámos muito contentes. Porque esta leitura ressoa da mesma forma, quer para os alunos do primeiro ano, quer para os alunos do quarto ano. No caso dos primeiros, acaba por ser uma síntese poética do primeiro ano de aprendizagens. Já no quarto ano, os alunos prepararam-se para um novo desafio. Em ambos os casos é o mar interior de cada um que  cresce e se transforma. As palavras que escolhem são lindas, perfeitas - têm a vida toda: mãe, pai, avô, avó, natureza, mar, amor e tantas mais. O mar - como os nossos alunos nos lembram - é de todas as cores.

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A oliveira da democracia: o Mediterrâneo, a sustentabilidade e os direitos constitucionais de todos nós

Os sábios da Antiguidade ensinavam que os confins do Mediterrâneo se situavam onde a oliveira se detém. 

Predrag Matvejević, Breviário Mediterrânico, 1987.











Os professores de História e Geografia de Portugal, Marcos Carvalho, de Ciências Naturais, Dina Monteiro, Maria do Carmo Figueiredo, e de Prática Artística, Luís Pinheiro, organizaram uma atividade interdisciplinar no âmbito das suas disciplinas, do Projeto Eco-Escolas e da Biblioteca Escolar. 

Chamaram-lhe "oliveiras da democracia" e realizou-se hoje, dia 1 de junho, na Escola Básica de Porto Alto, com os alunos do 5.º G, do 6.º H e, ainda, com o Nelson, do 5.º A.

No tempo do "era uma vez", uma comunidade de homens e mulheres fundou uma nova cidade. Procuraram um deus protetor e dois deuses disputaram esse lugar. No sítio mais alto e sagrado da cidade - a acrópole -, Posídon, deus do mar, golpeou a rocha e desta nasceu uma corrente imensa de água salgada. Na sua vez, Atena, deusa da sabedoria, tocou a terra e dela nasceu uma oliveira. 

Perguntámos aos nossos alunos que oferta escolheriam e eles responderam a oliveira. Explicaram que a fonte de água salgada poderia ser espetacular, mas a oliveira dá sombra e alimento. Foi justamente este o pensamento dos fundadores da nova cidade e escolheram o presente da deusa Atena. A cidade passou a chamar-se Atenas e é hoje a capital da Grécia.

Do tempo do era uma vez, passámos para o tempo da história, da cronologia e dos acontecimentos que formam quem somos. A oliveira, uma das poucas espécies autóctones do espaço do Mediterrâneo, atesta-nos o sábio Orlando Ribeiro, faz parte da paisagem portuguesa há séculos. Deu - e dá - sombra, alimento e madeira.

Como todas as coisas vivas neste planeta, as oliveiras não são uma coisa só. Têm diversas variedades. A variedade que os professores escolheram plantar com os seus alunos é a Galega, uma das variedades mais antigas de Portugal e que pode ser encontrada na nossa região - o Ribatejo.

Ao plantar uma árvore que marca a nossa paisagem há milénios, estamos a praticar um valor fundamental na vida de todos nós: o da sustentabilidade. Define-se pela necessidade de extrairmos recursos do meio para a nossa sobrevivência sem colocar em risco as suas reservas para aqueles que virão depois de nós - os nossos filhos, netos, bisnetos, etc. Assim, plantar uma oliveira também não deixa de ser um contributo para a concretização do ODS 12 - Garantir Padrões de Consumo e de Produção sustentáveis.

Ao mesmo tempo, a oliveira e o azeite não deixam de remeter para um dos maiores patrimónios partilhado pelos povos da bacia do Mediterrâneo: a dieta. Sinónimo de saúde e de equilíbrio, o padrão de consumo mediterrânico valoriza o consumo de produtos de produção local, técnicas de preparação como o cozido, o refogado e o grelhado e, ainda, algo que é fundamental na vida de todos nós: a partilha das refeições.

A oliveira também é símbolo de paz. O estudo da disciplina de História deve servir dois fins: compreendermos que os acontecimentos do passado definem quem somos e formarmos um juízo para que não voltemos a repetir os erros desse mesmo passado. Como nos ensinou Lídia Jorge, temos de saber determinar a causa certa.

Saber determinar a causa certa é escolher os valores da democracia e da cidadania consagrados na Constituição da República de 1976. Porquê? Porque garantem igualdade e respeito pela diferença - garantem a dignidade de todos.

Pusemos as mãos na terra para estas oliveiras crescerem fazendo votos que os nossos direitos constitucionais acompanhem o seu crescimento. Que ambos nos deem sombra em todos os momentos da nossa vida. Porque é precisamente o tempo da nossa vida, o aqui e agora - não o tempo do era uma vez - que nos toca. E é precisamente este tempo que Sophia de Mello Breyner Andresen referia quando escreveu o verso do seu mítico poema: "e livres habitamos a substância do tempo."

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Tarde de quinta-feira? Pesquisa nos computadores da biblioteca da Escola Básica de Samora Correia






Os alunos de 4.º ano continuam a sua atividade de pesquisa de informação em suportes informáticos e digitais na biblioteca. Já dominam a pesquisa no motor de busca, o uso de técnicas de pesquisa e sabem distinguir os resultados dados por inteligência artificial e os conteúdos das páginas individuais. Dentro destas também aprendem a distinguir as páginas gerais de informação como a Infopédia e a Wikipédia e as  páginas específicas. 

Neste trabalho, o professor indica páginas de referência como as do Jardim Zoológico de Lisboa (clique para a abrir)  e do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (clique para abrir).

A literacia digital dos nossos alunos está a desenvolver-se cada vez mais.

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A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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