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Vai estando com atenção às nossas publicações, pois estamos a preparar, para o final do ano, uma surpresa para quem quiser participar!

Trabalho do Clube Europeu

Há locais que vale a pena visitar

Na europa, existem locais magníficos e diferentes do habitual. O clube europeu vai mostrar-te alguns…
 Vamos começar por Espanha, aqui já ao lado, com o Rio Tinto.

O Rio Tinto tem uma cor muito especial porque, naquela área, havia grande exploração de minérios preciosos como a prata , o ouro e o ferro ; por isso, o rio foi  sendo “contaminado” e ficou com aquela cor castanha avermelhada.
Agora vamos para a Irlanda, mas tenham cuidado com os gigantes!!!


Na Irlanda, existe uma impressionante enorme calçada, chamada Calçada dos Gigantes com 40 mil colunas de basalto, que foram resultado de actividades vulcânicas há cerca de 50 milhões de anos. Essa calçada situa-se no planalto de Antrim.
 Vamos passar, então, para o país das pizzas, Itália.


Numa terra chamada Craco, em Itália, existe uma aldeia completamente destruída. Foi construída em cima de uma encosta instável e ficou habitada até ao ano de 1991.Após um desmoronamento, os últimos habitantes foram obrigados a sair..
 Vamos passar para o Norte do continente Europeu  e vamos à Suécia

A Suécia é um bom local para se visitar no Inverno porque existe um hotel todo feito de gelo. Não é muito confortável, pois a temperatura do hotel varia entre 20 e 30 graus negativos, mas achamos que vale a pena a experiência de dormir numa cama de gelo.
 Viajamos mais um pouco e vamos parar à Turquia.

Na Turquia, mais precisamente na Capadócia, existe uma paisagem lindíssima que cria um cenário de um conto de fadas, porque as rochas têm formato de chaminés.




A Capadócia também é muito conhecida por ter hotéis escavados em rochas.



Voltamos agora à Suécia  para falar de um hostel diferente do habitual.


Este hostel, chamado “Jumbo Hostel”, está dentro de um avião, o dono da companhia adquiriu o Jumbo em 2002, mas ele queria ter mais do que um simples avião  e, assim, nasceu o “Jumbo Hostel”.
Para acabarmos a nossa viagem em grande, vamos à Croácia visitar uma praia com uma característica muito especial .



Esta praia situa-se na ilha Brac, na Croácia, e chamam-lhe Zlatni Rat, que significa ponta de ouro , porque a ponta da praia vai mudando de forma. 


E, assim, acabamos a nossa viagem por locais que valem mesmo a pena visitar.
Espero que tenham gostado de viajar com o Clube Europeu!


Trabalho realizado por:
Sofia Gonçalves nº 28 7ºA

Laura Almeida nº 22 7ºA

Dia Internacional da Língua Materna - 21 de fevereiro

O Dia Internacional da Língua Materna é celebrado anualmente a 21 de fevereiro e visa promover, preservar e proteger todas as línguas faladas pelos povos em todo o mundo. Estima-se que existam mais de 7000 línguas em todo o mundo. No entanto, metade destas corre o risco de vir a desaparecer.
Origem da data
O Dia Internacional da Língua Moderna foi proclamada pela UNESCO em 1999 e tem como objetivo proteger e salvaguardar as línguas faladas em todo o mundo.
A escolha do dia 21 de fevereiro para comemorar o Dia Internacional da Língua Materna tem por objetivo lembrar a população mundial da tragédia que ocorreu em fevereiro de 1952, na cidade de Daca, no Bangladesh. Vários estudantes foram mortos pela polícia enquanto protestavam pelo reconhecimento da sua língua - o bengalês - como um dos dois idiomas oficiais do então Paquistão.
A nossa língua materna, o Português
Atualmente, o português é língua oficial de oito países (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste). Apesar da incorporação de vocábulos nativos e de modificações gramaticais e de pronúncia próprias de cada país, as línguas mantêm uma unidade com o português de Portugal.
O português também é falado em pequenas comunidades, reflexo de povoamentos portugueses datados do século XVI, como é o caso de:
Zanzibar (na Tanzânia, costa oriental da África)
Macau (ex-possessão portuguesa encravada na China)
Goa, Diu, Damão (na Índia)
Málaca (na Malásia)
A Língua Portuguesa está presente em todos os continentes e o mundo lusófono (que fala português) é avaliado, hoje, entre 190 e 230 milhões de pessoas. O português é a oitava língua mais falada do planeta, terceira entre as línguas ocidentais, após o inglês e o castelhano.

"A minha pátria é a língua portuguesa.", diz o poeta Fernando Pessoa e, como tal, devemos preservá-la, conhecê-la, divulgá-la e estimá-la.



fontes: http://www.calendarr.com/portugal/portugal-dia-internacional-da-lingua-materna/; http://www.soportugues.com.br/secoes/portuguesMundo.php)


Filipa Caetano veio à BE

Foi na passada quinta-feira que a BE da escola sede recebeu a visita da antiga aluna, Joana Santos, "transformada" na escritora Filipa Caetano.
Os alunos do 8.º C e do 9.º D tiveram oportunidade de conhecer esta estudante universitária na Escola Superior de Rio Maior (na área do Desporto) e de lhe colocar algumas questões sobre a sua ousadia de escrever e publicar um livro aos 19 anos.
Foram muitos interessantes as dinâmicas que se estabeleceram, na promoção da leitura e da escrita. A nossa Joaninha também se emocionou, por voltar à sua escola e onde tudo começou...






Preparando a Semana da Leitura

Alguns dos maravilhosos colaboradores da BE, a fazer bandeirinhas:


Crónica

Recordações
Vítor Encarnação

Todos guardamos pedaços da nossa vida em caixas de papelão. Nunca fomos capazes de nos desfazer deles, nem quando mudámos de casa, nem quando mudámos de estado civil, nem quando mudámos de rumo. Resistem às limpezas, ao fogo, ao lixo, mantém-se imunes à dor, à raiva, à saudade, à indiferença, subsistem para além da memória e do esboroar do tempo. São pedaços de nós, marcos da nossa existência, cadernos, bonecas, papéis escritos, desenhos, fotografias, notas da escola, cartas de despedida, bilhetes de viagens, postais ilustrados, moradas perdidas, canetas gastas, isqueiros vazios, números de telefone que já não existem, agendas mortas, chaves que já não abrem porta nenhuma. Parecem ser coisas avulsas, objectos desgarrados uns dos outros, partes sem um todo, flores de vidro e de plástico colhidas ao acaso. Parecem ser isso tudo, mas não são. São na verdade a casa onde a nossa alma mora. E essa casa tem janelas e paredes feitas de tempo e memória. É lá, no meio de recordações, que ela vive quase sempre sozinha, quase sempre em segredo. E de vez em quando abrimos as caixas de papelão e dentro de nós há coisas que se agitam quando pegamos naquela coleção de fragmentos da nossa vida. Pegamos-lhe ao colo como quem pega na criança que fomos, mas às vezes quem chora somos nós.
in Diário do Alentejo

A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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