Desafio 1.º ciclo

 


Os carochinhos do 1.º ciclo estão de "RE-parabéns"! Tivemos 130 meninos a participar! As vossas professoras vão divulgar os resultados da vossa turma.

Ora, vão lá ver o desta semana!

https://bibliotecas-aesc.blogspot.com/p/desafios-1-ciclo.html

"Diga Bom Dia com Poesia!" - poemas do dia

 


1.º ciclo

Matemática é vida

 

M atemática é vida.
A vida é unica.
T enha coragem e tente resolver alguns problemas da vida.
E sta é a sua chance de aprender.
M atemática não é um bicho de sete cabeças.
A coisa mais fácil para aprender matemática é se sentar, ler, compreender e exercitar.
T entar resolver problemas difíceis é uma boa alternativa.
I maginar problemas é bom.
C ompreendê-los é muito bom para uma coisa: Aprender.
A arte principal da vida é a MATEMÁTICA.
                                                            (autor desconhecido)


2.º ciclo

O CASAMENTO DA GATA, de Luísa Ducla Soares


3.º ciclo/secundário

"As Palavras", de Eugénio de Andrade, dito pela atriz Beatriz Batarda.

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/as-palavras/

Obrigada, José Miguel Oliveira!

 


Foi on line, o possível nestes tempos estranhos e maus, mas quem participou gostou muito da sessão e de conhecer a última publicação de José Miguel Oliveira, um livro de fotopoemas De regresso, a inquietação.



Texto do dia do Agrupamento de Escolas de Benavente

 



Direitos inalienáveis do leitor, que é nosso aluno - take 1

Sobre os "Direitos inalienáveis do leitor", de Daniel Pennac

https://www.facebook.com/bibliotecas.aesc.5/posts/917823482315040?notif_id=1615371404436438¬if_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

Sessão narrativa

 

SESSÃO NARRATIVA pela tradição oral "De Boca a Orelha"
por Luísa RedTree 🍁

https://www.facebook.com/213668186024105/videos/442487627007215

"Diga Bom Dia com Poesia!" - poemas de sempre

 


Com estas sugestões, os professores de matemática do nosso agrupamento vêm provar-nos que a poesia é transversal e, tal como a matemática, está em todo o lado.

                                                            António Ferreira

Poesia Matemática

Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos romboides, boca trapezoide,
corpo retangular, seios esferoides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
frequentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade

  Millôr Fernandes






A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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