Marcas na História



 O projeto intermunicipal de fotografia "Marcas na História" está quase, quase a terminar.

Não tivemos muitas participações, ao contrário do que estávamos à espera. Ainda assim, chegaram-nos trabalhos do 1.º e 2.º escalões, sendo vários de qualidade.

Ei-los!

2º escalão

1º escalão


1º escalão

2º escalão

2º escalão


2º escalão


Brevemente, anunciaremos os vencedores.


Adoramos, Lia C.!

 


Já cá esteve a simpática Lia C. e a sua Matilha Ferrodente. 

Os alunos de pré-escolar e de 1.º e 2.º anos adoraram!

E nós também!

https://www.canva.com/design/DAFBC2L_DJI/d4Q-GnE_GcL7Pjkh3fnjMA/watch?utm_content=DAFBC2L_DJI&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton

À descoberta de outras (AS) MAIS BELAS COISAS DO MUNDO

 





Valter Hugo Mãe continua a deliciar pessoas com a sua obra As mais belas coisas do mundo. Desta vez foram os alunos do PIEF que nos visitaram e que, à sua maneira, se juntaram a este clube de fãs.
Foi um gosto tê-los cá!

CNL - prova nacional (1.º fase)


Os nossos fantásticos Henrique Henriques e Mónica Valério já prestaram todas as provas à distância da fase final do Concurso Nacional de Leitura, questionário on line e elaboração de um vídeo.

Agora, é confiar no seu talento e acreditar que, no dia 4 de junho, eles vão estar em palco a defender o nosso agrupamento e a promover a leitura, sendo maravilhosos, como até aqui!




Dia do PI

 


Acedam a todas as atividades realizadas no âmbito do Dia Internacional da Matemática no link: 

https://drive.google.com/file/d/1_hjAKxOgQyerQzXmWTMFHG9rFN0iOWuq/view?usp=sharing

Porque é um dia importante

 Dia Mundial da Língua Portuguesa

(outra perspetiva), por Vítor Encarnação
Língua Portuguesa
Estes tempos modernos, em que a comunicação se faz de uma forma demasiado rápida e impulsiva, não permitem a utilização da língua materna com a profundidade e a qualidade desejada.
Os jovens, e também muitos menos jovens, não só abreviam as palavras mas também limitam drasticamente o sentido que essas mesmas palavras podem ter numa conversa, num debate, numa opinião, logo na postura perante a vida. Para muitas pessoas, a forma como usam a língua materna é cada vez mais uma impossibilidade de abstração na formação do pensamento. A rapidez dos dedos sobre o ecrã táctil exige que a mensagem seja simples de forma a não obrigar o cérebro a analisar ideias e informações que ultrapassem conceitos básicos. Ou seja, o que se envia ou se diz deixa de ser efetivamente mensagem, o conjunto das informações transmitidas, para passar a ser meros símbolos que só os seus utilizadores sabem descodificar, limitando assim as suas capacidades de comunicação com os outros emissores e recetores que estejam fora desse circuito.
Na tentativa de acompanhar as rápidas mudanças da vida, julgo que a escola enquanto organização e sistema cedeu demasiado no ensino da língua portuguesa. Promoveu e valorizou a mera intenção de comunicação e desvalorizou o erro. Não só o erro isolado de uma palavra, mas também da construção da frase. Ao deixar de se exigir que se transmita um significado completo e compreensível, as palavras deixam também de estar relacionadas entre si. E esta débil forma vem, por norma, acompanhada de um insuficiente conteúdo.
Na era do digital não se escreve melhor. É óbvio que nenhuma geração pode ter a veleidade de achar que o seu tempo é o melhor, mas ainda assim não corro risco nenhum ao dizer que na era do digital a escrita empobreceu, apenas diz o básico e muitas vezes di-lo mal. Apesar das línguas não serem, nem deverem ser imutáveis, elas têm de ter um conjunto de regras que façam sentido e sejam seguidas e partilhadas pelos seus falantes. Só essa coesão permite o domínio pleno, ou pelo menos suficiente da língua. Por que é que a era digital tem de subverter a essência da língua? Para sermos mais rápidos, mais modernos? Não poderei eu mandar uma mensagem com as palavras todas no sítio? Mas o problema fundamental não é a escrita “digital” em si, no seu contexto próprio, o problema fundamental é a transposição desse tipo de escrita para a escola, para as relações profissionais e institucionais. Nada é pior para a identidade, a liberdade e a cultura, do que um discurso encurtado, do que uma opinião abreviada.

Jogos SeguraNet

 
A biblioteca é o espaço ideal para aprender. A segurança na Internet e o combate ao discurso de ódio são temas a trabalhar.
Obrigada, SeguraNet!!!









 

Começamos o ano assim...

  Logo no início deste ano letivo, reunimos com os colegas do 1.º ciclo e as educadoras paras lhes darmos conta das atividades da BE. Contam...

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