Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Samora Correia, concelho de Benavente, distrito de Santarém.
Histórias no Fantocheiro
Ontem, um grupo de alunos da turma do 2.º D4, apresentou a história João e o Pé de Feijão, na Biblioteca Escolar.
A história foi dramatizada com marionetes de papel realizadas pelos alunos. Foi um momento de partilha de histórias e aprendizagens. O trabalho foram desenvolvido ao longo de várias semanas, durante os intervalos e com o apoio da assistente Marília.
Foi uma delícia!
Porque é Natal
Feliz Natal!
Ser escrito é cool - VENCEDOR
E trabalho vencedor, após escrutínio do júri e do público é o do Ivan Roque, do 8.º C.
Parabéns pelo lindo texto!
A Ilha Perdida
Era
um dia quente de verão em Sagres, quando João, um aventureiro português,
decidiu embarcar numa viagem sem rumo fixo, mas com um destino profundo na
alma. Ele sempre sonhara explorar o mundo, descobrir terras desconhecidas e, quem
sabe, escrever sobre isso para inspirar futuras gerações. Com o vento a soprar
forte e o mar calmo, ele partiu de barco, cruzando o Atlântico, o Índico e,
finalmente, o Pacífico. A sua rota era incerta, mas a sua determinação era
firme.
Após
meses de navegação, João chegou às costas de Hong Kong, mas, algo estranho
aconteceu. Numa manhã enevoada, enquanto navegava pelo mar da China Meridional,
uma enorme ilha surgiu à sua frente, uma ilha do tamanho do arquipélago de
Tristão da Cunha, algo completamente inesperado. O que mais lhe chamou a
atenção foi o facto de a ilha não constar em nenhum mapa. A água ao redor da
ilha tinha uma tonalidade cristalina.
Ao
chegar à ilha, João ficou espantado ao perceber que não havia sinais de
civilização, mas a vegetação era pouquíssima (por ter ficado submersa por
anos). Ele explorou a ilha durante semanas, registando tudo o que encontrava,
desde plantas raras a ossadas de animais que viveram por lá há milénios, mas
que agora, descansam em paz. Algo o intrigava, no entanto. A ilha parecia ter
surgido do nada, como se o aquecimento global tivesse feito com que uma vasta
porção de terra surgisse das profundezas do mar.
João
encontrou, mais a sul, vestígios da Dinastia Song (宋), como ruínas e artefatos
que pareciam ser de uma cultura esquecida. Havia algo no ar que o fazia sentir
que a ilha não era apenas um acidente geológico, mas sim um local com uma
história profunda e misteriosa. O calor intenso da região parecia ter alterado
o clima de tal forma que a vegetação exótica da ilha florescia, mas também
provocava distúrbios atmosféricos e meteorológicos ao redor, criando um
fenómeno inexplicável.
A
descoberta da ilha, com o seu tamanho imenso e recursos abundantes, fez João
refletir sobre o impacto da humanidade no planeta. Ele percebera que a terra
ainda tinha segredos a revelar e que, por mais que o aquecimento global tenha
destruído tantas coisas, também criou novas possibilidades. A ilha, que parecia
um refúgio natural, era um testemunho das forças indomáveis da Terra. João
decidiu batizá-la de "Hei Mong Dou" (Ilha da Esperança, traduzido do
cantonês), devido à ilha ter sido uma ilha próspera, quer seja tecnologicamente,
quer seja em população.
João
regressou a Portugal, trazendo consigo mapas, notas e fotos de Hei Mong Dou,
decidido a partilhar o seu segredo com o mundo. Quando revelou a sua descoberta,
todos ficaram surpreendidos com a magnitude da ilha e a sua localização única.
As autoridades portuguesas, intrigadas, entraram em contacto com a China, que,
após uma análise cuidadosa, reivindicou a ilha, oferecendo-se para torná-la
parte do seu território. Em troca, prometeram pagar uma quantia generosa pela descoberta
e garantiram que o nome dado por João, Hei Mong Dou, seria mantido como o nome
oficial da ilha. A proposta foi aceite e João viu o seu feito tornar-se uma
parte significativa da história, embora longe da solitária aventura que
imaginara.
Ser escritor é cool - trabalhos a concurso
Neste Desafio 1, tivemos 3 trabalhos a concurso, no 3.º ciclo, que aqui estão:
A Jornada de Asterion
O
ano é 2147. A humanidade, outrora limitada ao planeta azul, expandiu-se para as
estrelas, mas ainda há territórios desconhecidos à espera de serem desbravados.
Eu, capitão Sofia Andrade, lidero a nave estelar **Asterion**, numa missão
audaz para explorar o inexplorado: o sistema Proxima Centauri.
A
jornada iniciou-se com os motores de fusão pulsando como o coração de um titã
adormecido. A nossa tripulação, composta por cientistas, engenheiros e
exploradores, partiu carregada de sonhos e temores. Atravessámos os infinitos
vazios do cosmos, guiados pela esperança de encontrar o inesperado.
Ao
fim de anos de viagem em hipersono, despertámos quando os sensores da nave
captaram sinais invulgares. Era uma anomalia gravitacional nas proximidades de
um dos exoplanetas do sistema, que batizámos de **Nova Aurora**. A atmosfera do
planeta parecia hostil, mas os sinais de água e calor tornaram-no irresistível
à exploração.
Descemos
num módulo. O solo era de um azul intenso, com cristais brilhando sob uma luz
dourada. Ao longe, torres naturais elevavam-se como espinhas de um dragão
adormecido. No entanto, não era só a beleza que nos aguardava. Logo percebemos
que Nova Aurora não era um mundo morto. Havia vida, mas de uma forma que nunca
imagináramos.
Seres
etéreos, translúcidos e altos como árvores, movimentavam-se lentamente, quase
como se flutuassem. Chamámo-los de **Os Serenos**. Pareciam comunicar através
de padrões de luz que piscavam nos seus corpos. Após semanas de tentativa,
conseguimos decifrar uma mensagem básica: "Por que vieram?".
Expliquei-lhes
que éramos viajantes, em busca de compreensão e troca de saberes.
Surpreendentemente, responderam: "O conhecimento é a maior riqueza. Mas
cuidado, pois pode pesar mais do que o ouro". Foi um enigma que nos
intrigou e nos desafiou.
Durante
meses, convivemos e aprendemos com os Serenos. Descobrimos que a sua cultura
estava profundamente enraizada na harmonia entre tecnologia e natureza.
Inspiraram-nos a questionar o rumo da nossa própria civilização. Mas havia algo
mais... Uma relíquia escondida no coração de Nova Aurora, guardada pelos
Serenos.
A
relíquia era um cristal pulsante que emitia ondas de energia capazes de alterar
o espaço-tempo. "Pode ser um farol ou uma arma", disseram. Sabíamos
que o destino desta descoberta poderia mudar o futuro da humanidade. Após um
longo debate com a tripulação, decidimos que o cristal devia permanecer ali,
intocado.
Deixámos
Nova Aurora com um misto de emoções: orgulho, humildade e a certeza de que o
desconhecido guarda lições mais valiosas do que riquezas. O regresso à Terra
foi marcado pelo silêncio reflexivo de quem compreendeu que ser explorador não
é conquistar, mas aprender e respeitar.
Chegados
a casa, relatámos a nossa descoberta, mas omitimos detalhes da relíquia.
Talvez, um dia, a humanidade esteja pronta para regressar a Nova Aurora. Até
lá, continuaremos a sonhar e a explorar, pois é na ousadia do desconhecido que
reside a essência da nossa existência.
Feito por: João Salvador n°16, Lara Mendes n°17.
Turma: 8°F
A Viagem do
Indicativo
(Desafio 1
– “Ser Escritor é Cool”)
Atualmente, o mundo está a descambar.
Existem guerras em tudo o que é sítio para
o fazer, ainda temos de descobrir novos territórios e estas confusões todas não
ajudam nisso, porque temos de viajar e passar por todos esses locais que já
estão destruídos.
Eu sou o capitão das naus portuguesas do
século XXI, o pior século da História de Portugal, ou melhor, do mundo inteiro.
Por um lado, é um século bom e positivo, devido às tecnologias que nos ajudam a
explorar cada vez mais o planeta em que vivemos, mas, por outro lado, é um
século mau e negativo, pois, devido ao mesmo motivo, as coisas têm vindo a
piorar cada vez mais: falta de conhecimento; analfabetismo; vício; suicídio;
etc…
Enfim, temos muito que explorar, vamos a
bordo da Nau Indicativa e vamos partir da Ilha do Presente! Os tripulantes
estão à minha espera, tenho de ir, espero que acompanhem a viagem!
1
Dia Depois
A Nau Indicativa está quase a chegar à
Ilha do Pretérito Perfeito!
Finalmente
chegámos à costa do Pretérito Perfeito Simples, tirámos tudo da Nau, porque
tínhamos de arranjá-la para seguir para a costa do Pretérito Perfeito Composto!
Vamos lá!
2
Horas Depois
Temos chegado à costa do Pretérito
Perfeito Composto!
Assim
que “temos chegado” à costa, eu “tenho tirado” a bagagem toda, apesar da Nau ter
estado arranjada, amanhã teremos partido para a Ilha do Pretérito Imperfeito!
1
Dia Depois
Chegávamos
à Ilha do Pretérito Imperfeito e a mercadoria estava quase a acabar, só espero
que não passemos fome, como os nossos tripulantes do século passado, tínhamos
mais duas ilhas para completar a rota marcada no mapa.
No
Dia Seguinte
Chegáramos
à costa do Pretérito-Mais-Que-Perfeito Simples na manhã do dia 12 de Junho de
2024, todos os tripulantes estavam cansados da viagem já feita, já eu ordenara
muitas ordens durante toda a rota, também eu estava cansado. Bem, fôramos daqui
a umas horas para a costa do Pretérito-Mais-Que-Perfeito Composto, todos a
bordo!
3
Horas Depois
Tínhamos
chegado à costa e tínhamos ancorado a âncora no fundo do mar, tínhamos todos
saído da Nau e descido à costa, esta parte da ilha tinha sido a mais
movimentada até agora, tinha muitos animais selvagens e tínhamos de ter cuidado
com tudo o que fazíamos para não afugentar os animais. Tínhamos feito o jantar
muito tarde e ouvimos muitos rugidos vindo de dentro da floresta deste local. Bem,
tínhamos esperado que não corresse nada mal… Até amanhã! Tinham-nos visto na
Ilha do Futuro!
1
Dia Depois
Chegaremos
à costa do Futuro Simples e constataremos que nunca mais faremos esta viagem na
nossa vida futura. Como capitão, reformar-me-ei muito brevemente, porque
estarei muito cansado depois desta viagem longa e cansativa. Enfim, estarei
daqui a umas horas no último destino da nossa viagem, onde ficarei a morar,
porque é onde se encontrará a minha família.
1
Hora Depois
Teremos
chegado ao último destino desta viagem longa, todos os tripulantes estarão
muito cansados, afinal, são os que mais se terão cansado.
Chegámos ao fim da viagem, espero que, como
capitão, tenhas gostado da minha missão e dos meus tripulantes. Até logo!
Gustavo
Mateus
8.º
F
A Ilha Perdida
Era
um dia quente de verão em Sagres, quando João, um aventureiro português,
decidiu embarcar numa viagem sem rumo fixo, mas com um destino profundo na
alma. Ele sempre sonhara explorar o mundo, descobrir terras desconhecidas e, quem
sabe, escrever sobre isso para inspirar futuras gerações. Com o vento a soprar
forte e o mar calmo, ele partiu de barco, cruzando o Atlântico, o Índico e,
finalmente, o Pacífico. A sua rota era incerta, mas a sua determinação era
firme.
Após
meses de navegação, João chegou às costas de Hong Kong, mas, algo estranho
aconteceu. Numa manhã enevoada, enquanto navegava pelo mar da China Meridional,
uma enorme ilha surgiu à sua frente, uma ilha do tamanho do arquipélago de
Tristão da Cunha, algo completamente inesperado. O que mais lhe chamou a
atenção foi o facto de a ilha não constar em nenhum mapa. A água ao redor da
ilha tinha uma tonalidade cristalina.
Ao
chegar à ilha, João ficou espantado ao perceber que não havia sinais de
civilização, mas a vegetação era pouquíssima (por ter ficado submersa por
anos). Ele explorou a ilha durante semanas, registando tudo o que encontrava,
desde plantas raras a ossadas de animais que viveram por lá há milénios, mas
que agora, descansam em paz. Algo o intrigava, no entanto. A ilha parecia ter
surgido do nada, como se o aquecimento global tivesse feito com que uma vasta
porção de terra surgisse das profundezas do mar.
João
encontrou, mais a sul, vestígios da Dinastia Song (宋), como ruínas e artefatos
que pareciam ser de uma cultura esquecida. Havia algo no ar que o fazia sentir
que a ilha não era apenas um acidente geológico, mas sim um local com uma
história profunda e misteriosa. O calor intenso da região parecia ter alterado
o clima de tal forma que a vegetação exótica da ilha florescia, mas também
provocava distúrbios atmosféricos e meteorológicos ao redor, criando um
fenómeno inexplicável.
A
descoberta da ilha, com o seu tamanho imenso e recursos abundantes, fez João
refletir sobre o impacto da humanidade no planeta. Ele percebera que a terra
ainda tinha segredos a revelar e que, por mais que o aquecimento global tenha
destruído tantas coisas, também criou novas possibilidades. A ilha, que parecia
um refúgio natural, era um testemunho das forças indomáveis da Terra. João
decidiu batizá-la de "Hei Mong Dou" (Ilha da Esperança, traduzido do
cantonês), devido à ilha ter sido uma ilha próspera, quer seja tecnologicamente,
quer seja em população.
João
regressou a Portugal, trazendo consigo mapas, notas e fotos de Hei Mong Dou,
decidido a partilhar o seu segredo com o mundo. Quando revelou a sua descoberta,
todos ficaram surpreendidos com a magnitude da ilha e a sua localização única.
As autoridades portuguesas, intrigadas, entraram em contacto com a China, que,
após uma análise cuidadosa, reivindicou a ilha, oferecendo-se para torná-la
parte do seu território. Em troca, prometeram pagar uma quantia generosa pela descoberta
e garantiram que o nome dado por João, Hei Mong Dou, seria mantido como o nome
oficial da ilha. A proposta foi aceite e João viu o seu feito tornar-se uma
parte significativa da história, embora longe da solitária aventura que
imaginara.
Ivan
Roque | n.º 11 |8 .º C
Valores preservados. Parabéns 8.º A2!
Na sexta-feira, a turma do 8.º A2 iniciou o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, intitulado "Encontro de Gerações ". O tema diz respeito ao combate ao isolamento dos idosos e é realizado em parceria com a Residência de Idosos do Porto Alto". O ponto de partida para a primeira visita foi um ditado popular referido na obra "Aquilo que os olhos veem ou O Adamastor " e os alunos pesquisaram outros ditados populares que apresentaram aos idosos e serviu de " quebra-gelo".Além disso, os alunos "apadrinharam" os idosos, conversaram, fizeram pinturas e até houve um momento de magia.
Estes jovens nunca mais vão esquecer esta atividade e vão desenvolver competências sociais importantes e vitais para o seu crescimento,
A magia aconteceu!
(visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)
O poema da vida de miúdos e graúdos
A professora Carla Silva é encarregada de educação de uma aluna do 7.º G e presenteou a turma com uma partilha do poema "Cântico Negro", de José Régio.
Foi um momento mágico!...
Sendo um texto algo difícil para esta faixa etária, os alunos forma desafiados a propor um título para o poema, depois da sua leitura, que aqui estão:
As Decisões
Vou para
onde quero sem empatia e sem amor
Entre Deus e
o Diabo
Um humano
qualquer ou A vida de um Anjo
Entre a vida
e a morte
Sei que não
vou por aí
Ele fala
sobre a noite escura!
Vem por aí
Eu não
O caminho da vida
O vem por aí
A Liberdade
A Honra e a
vida de um triste homem
A seguir, conversámos, refletimos e sorrimos. Também graças à leitura da professora Carla, a magia aconteceu!
Obrigado!
(visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)
Roteiros na Biblioteca
As visitas à Biblioteca Municipal, Carlos e Odete Gaspar, estão a ter lugar neste mês de dezembro: todas as turmas da escola sede vão à biblioteca, dão asas à sua veia poética com a proposta de atividade e visitam a Feira do Livro.
Momentos bons em parecerias felizes!...
Ricardo Araújo Pereira: sobre Camões...
"Coisa que não edifica nem destrói’ é um podcast semanal, que consiste numa experiência social em que Ricardo Araújo Pereira fala sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito, mas talvez não interessem a mais ninguém. Às vezes, aborrece convidados. O objetivo é obter o maior número possível de ouvintes, como quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do Instagram.
Ricardo Araújo Pereira faz uma acusação grave a Luís Vaz de Camões. Tenta justificar-se apresentando o que alega serem provas. Cita sonetos, vilancetes, endechas e esparsas. Mete o nariz na correspondência alheia. Felicita o príncipe dos poetas por ter incluído na epopeia um momento menos épico. No fim, fala com Carlos Maria Bobone conseguindo demonstrar que é possível introduzir, numa conversa erudita sobre Camões, a palavra rabo. (Fonte. Expresso)
https://omny.fm/shows/coisa-que-nao-edifica-nem-destroi/ricardo-araujo-pereira-sobre-palavras
Livros de Miúdos e Graúdos
Cada vez que uma história é contada a magia acontece! E quando é a família a contar a alegria é maior!
Hoje, foi a vez dos alunos da turma do 2.º C5, da Escola Básica Fonte dos Escudeiros, receber uma EE, que trouxe O Flautista de Hamlim.
Adorámos!!!
(visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)
“Bora lá ser bom cidadão!” E o 8.º C foi!
O 8.º C quis muito dar continuidade às visitas ao Lar e Centro de Dia da Fundação Tobias, iniciadas no ano transato. A BE, a docente de Português e a diretora de turma, em conjunto com a Fundação, construíram um projeto de articulação e a primeira visita dos alunos à instituição teve lugar no dia 10.
Os jovens levaram um presente, jogaram com os idosos e ajudaram a fazer bolachas para o mercadinho de Natal. São lições de cidadania, experiências para vida que é, também, dever da escola proporcionar.
Como dizia alguém, foi o primeiro encontro de uns com tanto passado e outros com tanto futuro!...
(visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)
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