"Marcas na História" - Vamos fotografar as nossas tradições?

 

Concurso: Vamos fotografar as nossas tradições

Ação n.º 2 do projeto Marcas na História – 2020 | 2021

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Apresentação

É consensual que, no mundo atual, as novas literacias colocam enormes desafios à educação e à sociedade. Neste contexto de mudança constante, é necessário que a escola, em paralelo com a própria sociedade, se configure para dar resposta às exigências do hoje e do amanhã. Por isso, há que reinventar práticas e recorrer a diversificadas fontes de informação com destaque para o recurso basilar e imprescindível que são as bibliotecas, tanto as escolares como as públicas/municipais.

Na ação n.º 2 deste projeto, tal como aconteceu na ação n.º 1, o uso da imagem ligada às tecnologias continuará a ir ao encontro da necessidade de inovação no contexto, sobretudo, da escola atual, correspondendo aos interesses não só das crianças e dos jovens que frequentam as nossas escolas mas também da comunidade local, despertando outras formas de observar, registar, conhecer e avaliar o que existe à sua volta. Continua a ser um dever da Rede de Bibliotecas Escolares, em parceria com as Redes de Bibliotecas Municipais, organizar, promover e implementar, de forma colaborativa, a oferta cultural para a comunidade educativa e para todos os cidadãos, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida, em articulação com entidades públicas e privadas. Este projeto decorre deste princípio e a sua organização é da responsabilidade das seguintes instituições: Rede de Bibliotecas Escolares, Bibliotecas Municipais aderentes a este projeto e Centro de Informação Europe Direct do Oeste e Lezíria do Tejo

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Objetivos:

1. Valorizar e promover as tradições das comunidades locais;

2. Fomentar, reconhecer e premiar a capacidade e criatividade fotográfica dos participantes;

3. Estabelecer parcerias de âmbito local e a nível europeu.

Tradições a fotografar:

Serão considerados a concurso trabalhos realizados pelos alunos, sobre uma área específica das tradições:

▪ arquitetura;

▪ gastronomia;

▪ folclore;

▪ festas religiosas;

▪ cantares;

▪ ofícios tradicionais;

▪ trajes;

▪ jogos tradicionais;

▪ instrumentos e alfaias;

▪ ...

Escalões

1.º Escalão – Estudantes que completem 12 anos até 5 de abril de 2021.

2.º Escalão – Estudantes que completem 18 anos até 5 de abril de 2021.

3.º Escalão – participantes com mais de 18 anos.

Calendarização

● Reuniões concelhias/interconcelhias/serviço de apoio às bibliotecas escolares, para acompanhamento das diversas fases do concurso, bem como para a apresentação da divulgação dos resultados e a organização da cerimónia final – de setembro de 2020 a julho de 2021.

● Divulgação da ação n.º 2 – a partir de 23 de outubro de 2020 (blogue, página no facebook, cartaz).

● Inscrições – de 26 de outubro a 07 de dezembro de 2020.

● Envio das fotos a concurso até 1 de março de 2021.

● Seleção das fotos vencedoras da fase escolar – 17 de março de 2021.

● Seleção das fotos vencedoras da fase municipal – 28 de abril de 2021.

● Seleção das fotos vencedoras da fase intermunicipal – 19 de maio de 2021.

● Cerimónia de divulgação e entrega dos prémios aos vencedores da fase intermunicipal, em cada município – 1 de junho de 2021.

● Avaliação do projeto – preparação e lançamento do ano 3 com a ação n.º 3 – junho/julho de 2021.

Prémios

1. Fase escolar – serão premiados os 1.º, 2.º e 3.º classificados (1.º e 2.º escalão).

2. Fase municipal - serão premiados os 1.º, 2.º e 3.º classificados (1.º, 2.º e 3.º escalão).

3. Fase intermunicipal - será premiado o 1.º classificado (1.º, 2.º e 3.º escalão).

Ações complementares ao concurso

No sentido de os dinamizadores locais deste concurso poderem prestar um maior apoio aos alunos que se inscrevam:

● Formação de curta duração, no âmbito da fotografia, para os intervenientes na organização (professores bibliotecários e técnicos das bibliotecas municipais) – a partir do início do 2.º período (certificada como Ação de Curta Duração para o pessoal docente):

- Centro de Formação da Lezíria do Tejo;

- Centro de Formação A23;

- Centro de Formação da Lezíria – Oeste;

- Centro de Formação Educatis;

- Centro de Formação Pêro de Alenquer.

● Formação para o público em geral (pais/encarregados de educação e outros interessados) promovida localmente.


Para mais informações: 

https://projetomarcasnahistoria.blogspot.com/

Novos recursos PNL

 


http://www.pnl2027.gov.pt/np4/ler_recursos_26outubro.html

26 de outubro - Dia das BE

 


Neste dia do mês de outubro, vamos festejar as bibliotecas escolares, dentro do possível, convencendo-nos que a BE, apesar dos tempos estranhos que vivemos, será sempre o "CORAÇÃO DA ESCOLA".

Apesar destes dias de incerteza, as bibliotecas escolares devem ser um espaço de reconforto e segurança e os seus livros companheiros de todas as horas! A leitura pode ser um consolo, uma atividade saudável que traga a serenidade e a coragem de que tanto necessitamos.
 
Assim, a BE destaca-se tanto como um espaço físico como um espaço digital aberto, onde todos são bem-vindos, desejavelmente em segurança, promovendo iniciativas de saúde mental e bem-estar, apoiando e promovendo práticas de leitura por prazer. Por isso, para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2020 (outubro), o tema escolhido foi Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar com a biblioteca escolar e baseia-se no Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 3 da Agenda 2030 da ONU: Saúde de qualidade.



Feliz dia da Biblioteca Escolar!


 

Bem vindos, meninos de 1.º ano!

 Neste MIBE diferente, porque mais limitado e limitante, uma das formas de celebrarmos as Bibliotecas Escolares foi dando as boas-vindas aos novos alunos das escolas de 1.º ciclo.

Assim, os meninos de 1.º ano da Escola Básica de Samora Correia, da Escola Básica das Acácias e da Escola Básica da Fonte dos Escudeiros ficaram a conhecer a Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas, de Luísa Ducla Soares.









Os valentes alunos do 1.º ano da Escola Básica n.º2 de Porto Alto deliciaram-se com o Cuquedo, de Clara Cunha.













É o possível, mas nós adoramos estas sessões!


Tens espreitado os trabalhos dos alunos?

 Temos recebido trabalhos lindos, lindos dos nossos alunos!

Tens ido lá ver?



Sabes quem foi Martim Moniz?

 

Em 1147, D. Afonso Henriques, ajudado por cruzados que se dirigiam para a Terra Santa, inicia um cerco ao castelo de Lisboa, com o objetivo de o conquistar aos mouros. Durante uma das investidas, a 21 de Outubro de 1147, teria existido um tal Martim Moniz que se deixou entalar numa das portas do castelo para permitir a entrada dos combatentes comandados pelo rei de Portugal. Não se pode comprovar a existência desta personagem, visto não haver qualquer documento da época que a ela faça referência. Citam-na, no entanto, como figura lendária da História de Portugal.

No sopé do castelo de São Jorge existe uma Praça a que foi atribuída ao nome deste herói lendário e Metropolitano de Lisboa tem uma estação neste local, inaugurada em 1966. Em 1997, no âmbito do programa de beneficiação e expansão da rede, que decorreu até 1999, esta estação - a que foi atribuída ao nome de Martim Moniz - foi totalmente remodelada, com um projeto arquitetónico da autoria do arquiteto Paulo Brito da Silva e intervenção plástica dos artistas Gracinda Candeias e José João Brito.  

 Esta imagem reproduz um baixo-relevo existente na gare desta estação, representando o entalamento de Martim Moniz, não na porta do castelo, mas na porta de uma carruagem do metro.  Esta iniciativa artística possui um duplo significado importante: referenciar esta figura lendária e lembrar aos utentes do metro que, após o sinal de encerramento das portas, é perigoso forçar a entrada nas carruagens.

Vamos construir uma "Torre de Hanoi"?

 

Torre de Hanói é um "quebra-cabeça" que consiste numa base contendo três pinos, num dos quais são dispostos alguns discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação. O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.

Atualmente, a Torre de Hanói tem sido tradicionalmente considerada como um procedimento para avaliação da capacidade de memória de trabalho e, principalmente, de planeamento e solução de problemas.

 ( O número mínimo de discos é 3, podes utilizar mais discos, de acordo com a tua destreza)

É fácil a sua construção, basta reproduzir a figura seguinte. (Utilizando madeira, metal ou PVC)


Se quiseres utilizar o teu PC para jogares, basta utilizares o link abaixo referido:

https://www.somatematica.com.br/jogos/hanoi/


A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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