Todos podemos precisar...

 

https://www.cm-benavente.pt/informacoes/noticias/item/3881-medidas-excecionais-de-apoio-as-familias?utm_term=Medidas+excecionais+de+apoio+as+Familias+em+Situacao+ Pandemia + COVID + 19 + Municipio + Benavente & utm_campaign = Subscritores + da + Newsletter & utm_source = e-goi & utm_medium = email & eg_sub = 36a86cbb52 & eg_cam = 81214c3c3cd3c4a78252d1c3b383ce34 & eg_list = 2

Vergílio Ferreira morreu há 25 anos

 

A 1 de março de 1996, morre, em Lisboa, com 80 anos de idade, o escritor português Vergílio Ferreira. Nasceu a 28 de janeiro de 1916, na aldeia de Melo (Concelho de Gouveia) e, aos 12 anos, entra no seminário do Fundão. A sua permanência durante seis anos nesta instituição, servirá, mais tarde, para tema central de Manhã Submersa. Em 1936, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda, entrando para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde conclui a licenciatura que lhe permitiu abraçar a carreira de professor.

Em 1939, escreve o seu primeiro romance, O Caminho Fica Longe. Já em Faro, lecionando, publica Teria Camões lido Platão? e Onde Tudo Foi Morrendo. Em 1944, enquanto dava aulas no Liceu de Bragança, publica Onde Tudo Foi Morrendo e escreve Vagão "J" que apenas surgirá em 1946. Em 1953, enquanto era professor no Liceu de Évora, escreve o seu mais conhecido romance: Manhã Submersa que será publicado em 1954.

Foi galardoado com o Prémio Camões em 1992 e o seu nome é dado a um prestigiado prémio no campo da Literatura.

https://www.leme.pt/magazine/efemerides/0301/morte-do-escritor-vergilio-ferreira.html

À maneira de Matilde Rosa Araújo

Após a leitura e análise do poema "Papagaio Louro ", de Matilde Rosa Araújo foi proposto aos alunos do 4.ª H2 que escrevessem poemas sobre outros animais, da sua preferência, destacando as suas características. Deste desafio, resultaram alguns poemas sobre diversos animais.
E que bonitos que estão! 


 Cavalo Preto

Cavalo preto
Cachecol castanho
Campo verdinho
Pastando sozinho

Pastando sozinho
Correndo sem parar
Com pelos de palha
Á luz do luar


Alisa tais pelos
Cascos tao negros
Cavalo preto
Não tem sossego

Pioguinha branca
Livre como o vento
Passeando sozinho
O tempo passa lento

Teus olhos grandes
Tudo conseguem ver
No verde campo
Sempre a correr

Postura nobre
Cavalgadura
Sempre sozinho
Sem armadura.                           Maria Duarte nº13 4ºH2







O Gato Preto

Gato preto                         
Cachecol branquinho
Gaiola de pelo

Casaquinho novo.


Casaquinho novo
Novo casaquinho
Com pelos pretos
Miando sozinho. 

Alisa tais pelos
O focinho pequenino.
Gato preto
Não tem sossego.

Luvas branquinhas
Coleira de bola
Miando sozinho
Bem preso à casota.

Seus olhos da cor
Do por-do-sol
Olha sem espanto
Os donos falar.

Aprende regras
Que graça ensiná-las
Meu preto estudante
Sem lápis, sem falas.

 

                                              Lara Antunes 4º H2



                                    

Mais vídeos para saborear...

 Nós sabíamos que havia mais meninos lindos a aprender a ler!

E temos a certeza de que ainda há mais!...






Semana da Leitura do Município de Benavente

 

Nesta data, foi declarada a abolição de todas as formas de escravatura nos territórios sob administração portuguesa


A escravatura é um dos atos mais cruéis dos seres humanos, baseada numa prática social que permite a posse e comercialização de determinados indivíduos por outros. Ao longo da história da humanidade, a escravatura foi uma prática utilizada com frequência, especialmente pelos povos conquistadores que detinham a propriedade dos povos subjugados.

Embora oficialmente a escravatura já tenha sido abolida em todo o mundo, em pleno século XXI ainda podemos encontrar, mesmo em países ocidentais mais evoluídos, casos que podem ser catalogados de escravidão, como a utilização de mão-de-obra, oriunda principalmente de países leste, que trabalha em condições sub-humanas em explorações agrícolas.

A exploração sexual praticada em regime de clausura, subsiste, ainda, nos nossos dias, embora esta prática se encontre proibida e sujeita a pesadas penas de prisão.

Ainda recentemente, a comunicação social portuguesa referenciou um grupo de portugueses que trabalhava, em Espanha, em condições sub-humanas, bem próximas da escravatura.

A utilização de mão-de-obra remunerada com um ordenado muito baixo pode, também, ser considerada uma forma de escravatura levada a cabo por entidades empregadoras que se aproveitam da necessidade de importar dos outros.

Antigamente, as mulheres, mesmo em Portugal, viviam num regime de dependência do marido, trabalhando exclusivamente em casa, sem horas para descanso, autenticas escravas que nem sequer podem ausentar-se para o estrangeiro sem a autorização do denominado chefe de família, que era sempre um homem. Nos nossos dias, a mulher já se tornou independente mas, baseado num conceito de tradição, certos trabalhos no lar continuar a ser realizados pela mulher, depois de esta já ter laborado no exterior sete ou oito horas. E ainda existem, em certos países, casos de mulheres sem quaisquer direitos, que só podem sair à rua cobertas dos pés à cabeça, autênticas escravas do marido.

Porém, quando se fala de escravatura, o nosso imaginário remete-nos, de imediato, para aqueles seres humanos oriundos de África, levados à força, sobretudo para o continente americano, como mão-de-obra para laborar nas Roças.

Infelizmente, Portugal, como o outros países colonizadores, foi esclavagista, conduzindo, através do mar, em condições sub-humanas, milhares de indivíduos, como se a mera mercadoria se tratasse. Só os mais aptos fisicamente conseguiam sobreviver às péssimas condições em que eram colocados nos porões dos navios.

Embora Portugal tenha sido o primeiro país do mundo a declarar oficialmente o fim da escravatura, a mesma continuou a subsistir nas colónias, por vezes de forma encapuçada, o que levou o governo português, a 25 de fevereiro de 1869, a decretar a abolição de todas as formas de escravatura nos territórios sob administração portuguesa.  https://www.leme.pt/magazine/efemerides/0225/abolicao-de-todas-as-formas-de-escravatura-em-portugal.html



Desafio "Seguranet"


Nas aulas do 3.º C5, foi lida a carta dos direitos da criança na Internet e selecionado um dos direitos que os alunos achassem importante, para fazer um cartaz., correspondente ao desafio 1 da Seguranet.

Eles escolheram o segundo direito: "Tens o direito de não revelar pormenores pessoais se não souberes ou não tiveres a certeza de quem está do outro lado."
E cá estão os dois fantásticos cartazes elaborados!


Qual preferem?


A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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