Mural "Saramago, quem és tu?" - Escola Básica das Acácias

 Os meninos da Escola Básica das Acácias também têm o seu mural para descobrirem Saramago, o nosso fantástico prémio Nobel, e expor os seus trabalhos.




O Pássaro da Alma

 Michal Snunit continua a deliciar pequenos e graúdos com o seu Pássaro da Alma .

Desta vez, foram os lindinhos do 3º/4º H4 que tomaram a consciência dos seus "pássaros" e das suas almas e os coloriram para mostrar o que estavam a sentir.

Foi tão bom!








Vencedores do concurso de Poesia do Agrupamento

 

O júri (composto por um elemento da direção, a coordenadora do 1º ciclo, um aluno do ensino secundário, do ensino secundário e um elemento da associação de pais) já e selecionado os poemas vencedores do Concurso de Poesia 2021-22.
Queremos dar os parabéns aos seguintes alunos e aos seus trabalhos:

1º escalão - Petra Pedras, do 4º E5 da Escola Básica da Fonte dos Escudeiros;

"Reciclar"
Para o planeta salvar,
temos que reciclar.
Veja se quiser ajudar, 
o velho em novo vem transformar.
Azul, amarelo e verde,
estes núcleos dezenas de decorar.
No azul, o papelão.
No verde, o vidrão.
No amarelo, vais colocar 
as embalagens que não vais  mais usar.
Reduzir, reciclar e reutilizar, 
este tema vai ter de agarrar,
se num planeta saudável
quiseres morar.

2º escalão - Maria Rita Borges, do 6º C da Escola Básica de Samora Correia; 

"O valor da família"

Maria era uma criança

que tinha tudo quanto queria.

Chegara o Natal e ela tinha esperança

no presente que ela receberia.

 

Desejava algo caro

que nem os pais podem adquirir.

Mas nesse Natal aconteceu algo raro.

E mal sabia ela o que estava para vir.

 

Nos presentes não estava o que ela queria

e, infeliz, chorava.

Mas por aquela porta alguém entraria,

a sua irmã que tanto ansiava.

 

O que os pais não sabiam

é que o presente que ela queria

era apenas a irmã Miriam

que há tanto tempo não via.




3º escalão - Yoann Lopes, do 8º E da Escola Básica e Secundária do Prof. João F. Pratas. 


"A alegria do futebol"

A bola rebola, pula e salta,

na rua, o sol brilha e o vento passa.

No largo da aldeia junta-se a malta,

as crianças riem-se e as vizinhas à vidraça.

 

Qual a razão de tanto alvoroço?

Porquê tanto riso e alegria?

Para que se junta tanto moço,

para quê tanta correria?

 

O objeto de tanta alegria é uma bola,

é ela que junta tanta gente.

Uma finta, um pontapé, ela rebola,

o jogador marca golo e fica content.

 

É domingo, dia festivo,

as crianças fazem equipas ao sol.

O largo da aldeia tem um ar desportivo.

Agitação e alegria é um hino ao futebol.

Parabéns!

Diga Bom Dia com Poesia - poemas do dia

 1 º ciclo

“Aprender a Estudar”, de José Carlos Ary dos Santos

 

Estudar não é só ler livros

que há nas escolas

É também aprender a ser livre

sem ideias tolas.

Ler um livro é muito importante

às vezes urgente.

Mas os livros não são o bastante

para a gente ser gente.

É preciso aprender a escrever

mas também a viver

mas também a sonhar.

É preciso aprender a crescer

aprender a estudar.

 

Estudar também é repartir

também é saber dar.

 2º ciclo

Quando 

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta

Continuará o jardim, o céu e o mar,

E como hoje igualmente hão de bailar

As quatro estações à minha porta.

 

Outros em Abril passarão no pomar

Em que eu muitas vezes passei,

Vão longos poentes sobre o mar,

Outros amarão as coisas que eu amei.

 

Será o mesmo brilho, a mesma festa,

Será o mesmo jardim à minha porta,

E os cabelos dourados da floresta,

Como se eu não apenas morra.                     

               Sophia de Mello Breyner Andersen

3º ciclo

Minuciosa formiga
não tem que se lhe diga:
leva a sua palhinha
asinha, asinha.

Assim devera eu ser
e não esta cigarra
que se põe a cantar
e me deita a perder.

Assim devera eu ser:
de patinhas no chão,
formiguinha ao trabalho
e ao tostão.

Assim devera eu ser

se não fora não querer.

 

                                               Alexandre O'Neill

secundário 

E por vezes

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes

de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos

E por vezes lamentamos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos

 

                            David Mourão- Ferreira

A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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