Já te imaginaste a bordo de uma caravela, um fim-de- semana inteiro? Este é o prémio para os vencedores do concurso "Conhecer Camões".
Consulta o regulamento.
Atreve-te!💪
(visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)
Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Samora Correia, concelho de Benavente, distrito de Santarém.
Já te imaginaste a bordo de uma caravela, um fim-de- semana inteiro? Este é o prémio para os vencedores do concurso "Conhecer Camões".
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O setembro chegou e já há novidade na BE!
Haverá prémios para os alunos com melhor pontuação final!
Toca a participar!
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E trabalho vencedor, após escrutínio do júri e do público é o do Ivan Roque, do 8.º C.
Parabéns pelo lindo texto!
A Ilha Perdida
Era
um dia quente de verão em Sagres, quando João, um aventureiro português,
decidiu embarcar numa viagem sem rumo fixo, mas com um destino profundo na
alma. Ele sempre sonhara explorar o mundo, descobrir terras desconhecidas e, quem
sabe, escrever sobre isso para inspirar futuras gerações. Com o vento a soprar
forte e o mar calmo, ele partiu de barco, cruzando o Atlântico, o Índico e,
finalmente, o Pacífico. A sua rota era incerta, mas a sua determinação era
firme.
Após
meses de navegação, João chegou às costas de Hong Kong, mas, algo estranho
aconteceu. Numa manhã enevoada, enquanto navegava pelo mar da China Meridional,
uma enorme ilha surgiu à sua frente, uma ilha do tamanho do arquipélago de
Tristão da Cunha, algo completamente inesperado. O que mais lhe chamou a
atenção foi o facto de a ilha não constar em nenhum mapa. A água ao redor da
ilha tinha uma tonalidade cristalina.
Ao
chegar à ilha, João ficou espantado ao perceber que não havia sinais de
civilização, mas a vegetação era pouquíssima (por ter ficado submersa por
anos). Ele explorou a ilha durante semanas, registando tudo o que encontrava,
desde plantas raras a ossadas de animais que viveram por lá há milénios, mas
que agora, descansam em paz. Algo o intrigava, no entanto. A ilha parecia ter
surgido do nada, como se o aquecimento global tivesse feito com que uma vasta
porção de terra surgisse das profundezas do mar.
João
encontrou, mais a sul, vestígios da Dinastia Song (宋), como ruínas e artefatos
que pareciam ser de uma cultura esquecida. Havia algo no ar que o fazia sentir
que a ilha não era apenas um acidente geológico, mas sim um local com uma
história profunda e misteriosa. O calor intenso da região parecia ter alterado
o clima de tal forma que a vegetação exótica da ilha florescia, mas também
provocava distúrbios atmosféricos e meteorológicos ao redor, criando um
fenómeno inexplicável.
A
descoberta da ilha, com o seu tamanho imenso e recursos abundantes, fez João
refletir sobre o impacto da humanidade no planeta. Ele percebera que a terra
ainda tinha segredos a revelar e que, por mais que o aquecimento global tenha
destruído tantas coisas, também criou novas possibilidades. A ilha, que parecia
um refúgio natural, era um testemunho das forças indomáveis da Terra. João
decidiu batizá-la de "Hei Mong Dou" (Ilha da Esperança, traduzido do
cantonês), devido à ilha ter sido uma ilha próspera, quer seja tecnologicamente,
quer seja em população.
João
regressou a Portugal, trazendo consigo mapas, notas e fotos de Hei Mong Dou,
decidido a partilhar o seu segredo com o mundo. Quando revelou a sua descoberta,
todos ficaram surpreendidos com a magnitude da ilha e a sua localização única.
As autoridades portuguesas, intrigadas, entraram em contacto com a China, que,
após uma análise cuidadosa, reivindicou a ilha, oferecendo-se para torná-la
parte do seu território. Em troca, prometeram pagar uma quantia generosa pela descoberta
e garantiram que o nome dado por João, Hei Mong Dou, seria mantido como o nome
oficial da ilha. A proposta foi aceite e João viu o seu feito tornar-se uma
parte significativa da história, embora longe da solitária aventura que
imaginara.
Neste Desafio 1, tivemos 3 trabalhos a concurso, no 3.º ciclo, que aqui estão:
A Jornada de Asterion
O
ano é 2147. A humanidade, outrora limitada ao planeta azul, expandiu-se para as
estrelas, mas ainda há territórios desconhecidos à espera de serem desbravados.
Eu, capitão Sofia Andrade, lidero a nave estelar **Asterion**, numa missão
audaz para explorar o inexplorado: o sistema Proxima Centauri.
A
jornada iniciou-se com os motores de fusão pulsando como o coração de um titã
adormecido. A nossa tripulação, composta por cientistas, engenheiros e
exploradores, partiu carregada de sonhos e temores. Atravessámos os infinitos
vazios do cosmos, guiados pela esperança de encontrar o inesperado.
Ao
fim de anos de viagem em hipersono, despertámos quando os sensores da nave
captaram sinais invulgares. Era uma anomalia gravitacional nas proximidades de
um dos exoplanetas do sistema, que batizámos de **Nova Aurora**. A atmosfera do
planeta parecia hostil, mas os sinais de água e calor tornaram-no irresistível
à exploração.
Descemos
num módulo. O solo era de um azul intenso, com cristais brilhando sob uma luz
dourada. Ao longe, torres naturais elevavam-se como espinhas de um dragão
adormecido. No entanto, não era só a beleza que nos aguardava. Logo percebemos
que Nova Aurora não era um mundo morto. Havia vida, mas de uma forma que nunca
imagináramos.
Seres
etéreos, translúcidos e altos como árvores, movimentavam-se lentamente, quase
como se flutuassem. Chamámo-los de **Os Serenos**. Pareciam comunicar através
de padrões de luz que piscavam nos seus corpos. Após semanas de tentativa,
conseguimos decifrar uma mensagem básica: "Por que vieram?".
Expliquei-lhes
que éramos viajantes, em busca de compreensão e troca de saberes.
Surpreendentemente, responderam: "O conhecimento é a maior riqueza. Mas
cuidado, pois pode pesar mais do que o ouro". Foi um enigma que nos
intrigou e nos desafiou.
Durante
meses, convivemos e aprendemos com os Serenos. Descobrimos que a sua cultura
estava profundamente enraizada na harmonia entre tecnologia e natureza.
Inspiraram-nos a questionar o rumo da nossa própria civilização. Mas havia algo
mais... Uma relíquia escondida no coração de Nova Aurora, guardada pelos
Serenos.
A
relíquia era um cristal pulsante que emitia ondas de energia capazes de alterar
o espaço-tempo. "Pode ser um farol ou uma arma", disseram. Sabíamos
que o destino desta descoberta poderia mudar o futuro da humanidade. Após um
longo debate com a tripulação, decidimos que o cristal devia permanecer ali,
intocado.
Deixámos
Nova Aurora com um misto de emoções: orgulho, humildade e a certeza de que o
desconhecido guarda lições mais valiosas do que riquezas. O regresso à Terra
foi marcado pelo silêncio reflexivo de quem compreendeu que ser explorador não
é conquistar, mas aprender e respeitar.
Chegados
a casa, relatámos a nossa descoberta, mas omitimos detalhes da relíquia.
Talvez, um dia, a humanidade esteja pronta para regressar a Nova Aurora. Até
lá, continuaremos a sonhar e a explorar, pois é na ousadia do desconhecido que
reside a essência da nossa existência.
Feito por: João Salvador n°16, Lara Mendes n°17.
Turma: 8°F
A Viagem do
Indicativo
(Desafio 1
– “Ser Escritor é Cool”)
Atualmente, o mundo está a descambar.
Existem guerras em tudo o que é sítio para
o fazer, ainda temos de descobrir novos territórios e estas confusões todas não
ajudam nisso, porque temos de viajar e passar por todos esses locais que já
estão destruídos.
Eu sou o capitão das naus portuguesas do
século XXI, o pior século da História de Portugal, ou melhor, do mundo inteiro.
Por um lado, é um século bom e positivo, devido às tecnologias que nos ajudam a
explorar cada vez mais o planeta em que vivemos, mas, por outro lado, é um
século mau e negativo, pois, devido ao mesmo motivo, as coisas têm vindo a
piorar cada vez mais: falta de conhecimento; analfabetismo; vício; suicídio;
etc…
Enfim, temos muito que explorar, vamos a
bordo da Nau Indicativa e vamos partir da Ilha do Presente! Os tripulantes
estão à minha espera, tenho de ir, espero que acompanhem a viagem!
1
Dia Depois
A Nau Indicativa está quase a chegar à
Ilha do Pretérito Perfeito!
Finalmente
chegámos à costa do Pretérito Perfeito Simples, tirámos tudo da Nau, porque
tínhamos de arranjá-la para seguir para a costa do Pretérito Perfeito Composto!
Vamos lá!
2
Horas Depois
Temos chegado à costa do Pretérito
Perfeito Composto!
Assim
que “temos chegado” à costa, eu “tenho tirado” a bagagem toda, apesar da Nau ter
estado arranjada, amanhã teremos partido para a Ilha do Pretérito Imperfeito!
1
Dia Depois
Chegávamos
à Ilha do Pretérito Imperfeito e a mercadoria estava quase a acabar, só espero
que não passemos fome, como os nossos tripulantes do século passado, tínhamos
mais duas ilhas para completar a rota marcada no mapa.
No
Dia Seguinte
Chegáramos
à costa do Pretérito-Mais-Que-Perfeito Simples na manhã do dia 12 de Junho de
2024, todos os tripulantes estavam cansados da viagem já feita, já eu ordenara
muitas ordens durante toda a rota, também eu estava cansado. Bem, fôramos daqui
a umas horas para a costa do Pretérito-Mais-Que-Perfeito Composto, todos a
bordo!
3
Horas Depois
Tínhamos
chegado à costa e tínhamos ancorado a âncora no fundo do mar, tínhamos todos
saído da Nau e descido à costa, esta parte da ilha tinha sido a mais
movimentada até agora, tinha muitos animais selvagens e tínhamos de ter cuidado
com tudo o que fazíamos para não afugentar os animais. Tínhamos feito o jantar
muito tarde e ouvimos muitos rugidos vindo de dentro da floresta deste local. Bem,
tínhamos esperado que não corresse nada mal… Até amanhã! Tinham-nos visto na
Ilha do Futuro!
1
Dia Depois
Chegaremos
à costa do Futuro Simples e constataremos que nunca mais faremos esta viagem na
nossa vida futura. Como capitão, reformar-me-ei muito brevemente, porque
estarei muito cansado depois desta viagem longa e cansativa. Enfim, estarei
daqui a umas horas no último destino da nossa viagem, onde ficarei a morar,
porque é onde se encontrará a minha família.
1
Hora Depois
Teremos
chegado ao último destino desta viagem longa, todos os tripulantes estarão
muito cansados, afinal, são os que mais se terão cansado.
Chegámos ao fim da viagem, espero que, como
capitão, tenhas gostado da minha missão e dos meus tripulantes. Até logo!
Gustavo
Mateus
8.º
F
A Ilha Perdida
Era
um dia quente de verão em Sagres, quando João, um aventureiro português,
decidiu embarcar numa viagem sem rumo fixo, mas com um destino profundo na
alma. Ele sempre sonhara explorar o mundo, descobrir terras desconhecidas e, quem
sabe, escrever sobre isso para inspirar futuras gerações. Com o vento a soprar
forte e o mar calmo, ele partiu de barco, cruzando o Atlântico, o Índico e,
finalmente, o Pacífico. A sua rota era incerta, mas a sua determinação era
firme.
Após
meses de navegação, João chegou às costas de Hong Kong, mas, algo estranho
aconteceu. Numa manhã enevoada, enquanto navegava pelo mar da China Meridional,
uma enorme ilha surgiu à sua frente, uma ilha do tamanho do arquipélago de
Tristão da Cunha, algo completamente inesperado. O que mais lhe chamou a
atenção foi o facto de a ilha não constar em nenhum mapa. A água ao redor da
ilha tinha uma tonalidade cristalina.
Ao
chegar à ilha, João ficou espantado ao perceber que não havia sinais de
civilização, mas a vegetação era pouquíssima (por ter ficado submersa por
anos). Ele explorou a ilha durante semanas, registando tudo o que encontrava,
desde plantas raras a ossadas de animais que viveram por lá há milénios, mas
que agora, descansam em paz. Algo o intrigava, no entanto. A ilha parecia ter
surgido do nada, como se o aquecimento global tivesse feito com que uma vasta
porção de terra surgisse das profundezas do mar.
João
encontrou, mais a sul, vestígios da Dinastia Song (宋), como ruínas e artefatos
que pareciam ser de uma cultura esquecida. Havia algo no ar que o fazia sentir
que a ilha não era apenas um acidente geológico, mas sim um local com uma
história profunda e misteriosa. O calor intenso da região parecia ter alterado
o clima de tal forma que a vegetação exótica da ilha florescia, mas também
provocava distúrbios atmosféricos e meteorológicos ao redor, criando um
fenómeno inexplicável.
A
descoberta da ilha, com o seu tamanho imenso e recursos abundantes, fez João
refletir sobre o impacto da humanidade no planeta. Ele percebera que a terra
ainda tinha segredos a revelar e que, por mais que o aquecimento global tenha
destruído tantas coisas, também criou novas possibilidades. A ilha, que parecia
um refúgio natural, era um testemunho das forças indomáveis da Terra. João
decidiu batizá-la de "Hei Mong Dou" (Ilha da Esperança, traduzido do
cantonês), devido à ilha ter sido uma ilha próspera, quer seja tecnologicamente,
quer seja em população.
João
regressou a Portugal, trazendo consigo mapas, notas e fotos de Hei Mong Dou,
decidido a partilhar o seu segredo com o mundo. Quando revelou a sua descoberta,
todos ficaram surpreendidos com a magnitude da ilha e a sua localização única.
As autoridades portuguesas, intrigadas, entraram em contacto com a China, que,
após uma análise cuidadosa, reivindicou a ilha, oferecendo-se para torná-la
parte do seu território. Em troca, prometeram pagar uma quantia generosa pela descoberta
e garantiram que o nome dado por João, Hei Mong Dou, seria mantido como o nome
oficial da ilha. A proposta foi aceite e João viu o seu feito tornar-se uma
parte significativa da história, embora longe da solitária aventura que
imaginara.
Ivan
Roque | n.º 11 |8 .º C
Foi animado, desafiante e divertido!
Os nossos agradecimentos à Câmara Municipal de Benavente, que, através da sua biblioteca municipal, nos proporcionou este dia!
Este concurso tem a data limite até 16 de Outubro para entrega de trabalhos, o prémio será de 150€ para o vencedor de cada escalão ; o regulamento deverá ser lido por todos os interessados pois este tem vários detalhes que, se incumpridos, levarão à desclassificação.
Concurso de Leitura em voz alta “Vós da Leitura”
Aviso de Abertura
No âmbito das comemorações do MIBE, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Samora Correia informam que se deu início ao Concurso de Leitura em voz alta “Vós da Leitura” - 2021/22, nos seguintes moldes:
Objetivos: criar e consolidar hábitos de leitura, motivar os alunos para a leitura regular, criar leitores fluentes, com sentido crítico e estético.
Condições de admissão : podem concorrer todos os alunos do Agrupamento de Escolas de Samora Correia, sendo os mesmos divididos pelos seguintes escalões:
1º escalão - alunos do 1º ciclo; 2º escalão - alunos do 2º ciclo; 3º escalão - alunos do 3º ciclo; 4º escalão - alunos do ensino secundário.
Trabalhos : um áudio com a leitura em voz alta do excerto de uma obra literária.
Modalidades / Categorias: categoria individual; categoria coletiva (leitura em coro).
Prémios:
um check-livro para o 1º lugar de cada um dos escalões.
Condições de admissão : os trabalhos devem ser realizados em áudio, com uma duração entre 45 e 120 segundos, devendo ser arquivados preferencialmente sem compactação (formato wav ou semelhante). O nome dos arquivos deve obedecer ao seguinte critério:
Identificação da turma_categoria do trabalho_, por exemplo: 5_K_CC
Entrega dos trabalhos e prazos : Os trabalhos devem ser enviados para o endereço de e-mail:
bibliotecaescolarjfp@gmail.com, até o dia 17 de dezembro de 2021.
Nenhum email referido anteriormente deve constar a identificação:
• da Escola
• da turma
• fazer professor titular
• categoria do trabalho
• indicação do (s) texto (s) lidos
• indicação do (s) aluno (s) participante (s) (nome, idade)
Critérios de avaliação:
Os trabalhos serão adotados de acordo com os seguintes critérios:
1- Dicção
2- Fluência
3- Ritmo
4- Intenção
5- Compreensão do texto
O regulamento pode ser consultado na página do Facebook ( https://m.facebook.com/bibliotecas.aesc.5 ), no blogue da BE do Agrupamento de Escolas de Samora Correia ( http://bibliotecas-aesc.blogspot.pt / ), assim como na página da BE (https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/) .
Samora Correia, 1 de outubro de 2021
Uma coordenadora da BE
Dora Morgado
A APEFP- Associação Portuguesa de Ética e Filosofia Prática, promove o presente ano letivo de 2020/2021 a V EDIÇÃO do Concurso Nacional de Contos de Filosofia para Crianças .
Este Concurso destina-se aos alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico das escolas e agrupamentos do ensino público e privado de Portugal e consiste na apresentação de um conto filosófico com tema livre por uma turma.
As escolas / agrupamentos podem apresentar a concurso, no máximo, 3 contos realizados pela mesma turma ou turmas diferentes. Para a concretização deste projeto os alunos devem ser orientados por um docente com Formação em Filosofia para Crianças ou pelo (a) Professor (a) Titular.
Para este Concurso, a APEFP nomeou uma Comissão de Acompanhamento e um Júri, que integra destacadas especialistas em Filosofia para Crianças com a missão de fazer a avaliação dos Contos e indicar os vencedores.
Para além do vencedor serão premiados mais 2 contos com Menção de Honra. O Prémio será a publicação dos contos no Livro que um APEFP editará para o efeito.
Consulta o regulamento aqui:
https://drive.google.com/file/d/1gW0u_PgjXbds5NSrP5vK2T2pIgEeWnbO/view?usp=sharing
A César o que é de César, a Marília o que é de Marília. O fantocheiro da biblioteca escolar da Escola Básica n.º 2 de Porto Alto é mágico p...