Deliciosos!

 Estes são alunos do 1.º A5. Mas temos a certeza que há muitos mais meninos a ler assim, deliciosamente!...

No âmbito da aprendizagem da letra "j", a professora deu como tarefa ao 1 ° A5 o "poema do J" para os alunos lerem e memorizarem (articulação de português / expressão dramática), gravarem e colocarem numa tarefa. Aqui está o resultado:




A Carochinha e o João Ratão do 1.º A5

 O 1.º A5 divertiu-se a ouvir e a explorar a história da Carochinha e do João Ratão. Depois, as imagens foram pintadas e ordenadas, no caderno. Cá está!













Há 166 anos, nasceu o poeta Cesário Verde

 

A 25 de fevereiro de 1855, nasce, em Lisboa, o poeta português José Joaquim Cesário Verde.

Filho de um lavrador e comerciante, Cesário Verde matricula-se no Curso Superior de Letras, mas apenas o frequenta alguns meses, acabando por ficar a tomar conta dos negócios comerciais herdados de seu pai. Paralelamente à sua atividade comercial, publica poesias em diversos periódicos, destacando-se os semanários Branco e Negro e O Azeitonense e as revistas O Occidente e Renascença.

Em 1877, começa a ter sintomas de tuberculose, doença que já havia tirado a vida ao seu irmão e à sua irmã, cujas mortes inspiram um dos seus principais poemas, "Nós", publicado em 1884.

A tuberculose, uma doença que, na altura, tinha poucas hipóteses de cura, foi a causa da sua morte, com apenas 31 anos, a 19 de Julho de 1886.

No ano seguinte, Silva Pinto, seu amigo dos tempos da universidade e um dos principais impulsionadores do movimento literário realismo-naturalismo, organiza O Livro de Cesário Verde, com a compilação das suas poesias, o qual viria a ser publicado em 1901.

Fiquemos com a sua poesia

DE TARDE

Naquele «pic-nic» de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.

Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão de ló molhado em malvasia.

Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas.

Histórias em vários sotaques

 Caríssimos alunos estrangeiros do Agrupamento de Escolas de Samora Correia e respetivos encarregados de educação :

Temos o gosto de vos convidar a participar numa atividade, intitulada "Histórias em Vários Sotaques".

Gostaríamos muito que partilhassem connosco histórias dos vossos países de origem, com o objetivo de conhecermos melhor como várias culturas.

Neste tempo estranho e mau, em que estamos muito condicionados, podem fazê-lo através de vídeo, registo áudio ou live on line, na aula do aluno, mediante acordo entre as várias partes. Os interessados devem contactar a Biblioteca Escolar ou o professor do seu educando.

email da Biblioteca Escolar: bibliotecaescolarjfp@gmail.com.

Podemos contar convosco, verdade?


 

Ainda o Carnaval

 

Em Portugal, este período do calendário cristão remonta ao séc. XIII, mais precisamente ao reinado de D. Afonso III, com o nome de Entrudo . A partir do séc. XVI, o Entrudo passou a chamar-se Carnaval , evocando como “Saturnálias”, festas romanas. O intervalo de tempo do carnaval ia do Dia de Reis atá à quarta-feira de cinzas, véspera da Páscoa.

Desde cerca do séc. XVII estas festividades, que incluíam muitos convívios à volta da mesa, passaram a ter intervalo de tempo mais restrito, de uma semana. Este período era precedido do Dia dos Compadres e das Comadres, comemorado no domingo, tradição que ainda permanece em algumas regiões do país. Foi nesta época que passaram a se associar aos festejos carnavalescos, os desfiles.

Atendendo ao período determinado pela Igreja Católica de 40 dias de Jejum e mais seis da Semana Santa, em que as almas se entregariam à reflexão, penitência e abstinência, o Carnaval representava o período de todos os abusos (alimentar, de bebida e de práticas “ da carne ”).

No séc. XIX até ao último quartel do séc. XX, os divertimentos carnavalescos incluíam a farinha, os ovos, as máscaras, os ensaiados, a que se juntaram na década de 70, os papelinhos, as serpentinas, os estalinhos e as bombinhas. Em várias localidades marcaram presença como pulhas, a escolha do rei e da rainha do carnaval, os jogos do pau, as sátiras e, na quarta feira de cinzas, o Enterro do Entrudo ou o Enterro do Bacalhau .   Os desfiles passaram a ser uma atração especial, momento de construir das festividades, onde participavam como matrafonas (homens vestidos de mulheres), as carroças, os tratores e mais tarde, os carros alegóricos, os cabeçudose as crianças ensaiadas com fatos de diferentes profissões e de figuras populares onde o chiste era rei. 

As máscaras, personificação do que era proibido pela ética sócio-religiosa foram utilizados desde tempos remotos.








Receita anti-stress

 Nestes tempos estranhos e maus, o 4.ª G1, da Escola Básica de Samora Correia, aceitou o desafio e construiu objetos anti-stress,  com base nas indicações do link:

 https://www.youtube.com/watch?v=FM3cEOZbCwk

E cá estão eles:
















https://www.facebook.com/100034369778242/videos/pcb.455215855634070/455215235634132

Vamos experimentar também?

O Carnaval possível do 4.º G1

 Mesmo confinados, os alunos da professora Ângela, da Escola Básica de Samora Correia, mascaram-se a rigor!

E eis a prova: 









Parabéns!

A magia do fantocheiro

  O interessante desta atividade, para além dos seus benefícios, é testemunhar o empenho e o entusiasmo dos alunos na apresentação da narrat...

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