Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Samora Correia, concelho de Benavente, distrito de Santarém.
Boas férias!
A Biblioteca Escolar no E@D
10 minutos a ler

Maravilhoso Eco-código da Escola Básica das Acácias
Aniversário da Batalha de S. Mamede
Fundação do Condado Portucalense
Em 1096, o rei Afonso VI de Leão e Castela concedeu o Condado Portucalense a D. Henrique de Borgonha, casando-o com sua filha, a infanta D. Teresa, tornando-os seus vassalos. Desta união nasceu Afonso Henriques.
Quando o conde D. Henrique morre, em 24 de abril de 1112, a viúva regente do Condado Portucalense, chama os galegos Bermudo Peres de Trava e seu irmão Fernão Peres de Trava para a ajudarem a governar o condado.
A crescente influência que estes passam a ter sobre D. Teresa e com a hipótese de dominarem o governo do território, não agrada aos barões do condado, que incentivam D. Afonso Henriques, ainda jovem, a opor-se a sua mãe.
Em 24 de junho de 1128, D. Afonso Henriques, comandando as tropas reunidas pelos barões do condado, confronta-se, no campo de São Mamede, próximo de Guimarães, com as forças de Fernão Peres de Trava, que foi derrotado.
D. Teresa e Fernão Peres fogem e D. Afonso Henriques assume a governação do Condado Portucalense. Mais tarde, D. Afonso Henriques transforma o Condado Portucalense num reino e, assim, nasce em Portugal!

Livros e quizzes do PNL
Sem juízo...
Eco-código 2020
Desafio da Semana - final!
Ases dos ares
Novo ebook gratuito
Coisas tristes + coisas felizes
Falar português é tão fácil!...
Revista online
O Plano Nacional de Leitura (PNL2027) inicia uma publicação de uma revista online no acesso aberto, a Entreler , que tem como objetivo divulgar estudos e reflexões sobre leitura, escrita e literatura, em todas as faixas etárias e suas múltiplas dimensões (educacional, literária, social, antropológica, ...) e contextos (formal, informal e não formal), bem como projetos e atividades de promoção da leitura e formação de leitores.
David Mourão-Ferreira, um escritor a descobrir
A 16 de junho de 1996, morre, em Lisboa, o escritor, jornalista, poeta e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, David Mourão-Ferreira, considerado um dos maiores poetas contemporâneos portugueses do século XX, nascido em Lisboa, em 24 de fevereiro de 1927.
Para além da sua vasta obra como escritor e poeta, colaborou em diversos jornais e revistas, entre os quais destacamos o Diário Popular e a revista Seara Nova. Depois da Revolução dos Cravos, exerceu o cargo de diretor de A Capital e de O Dia. Desempenhou, ainda, funções governativas, tendo sido nomeado para cargo de Secretário de Estado da Cultura. Foi ele que assinou, em 1977, o despacho que criou a Companhia Nacional de Bailado.
Na televisão foi autor de alguns programas, com destaque para Imagens da Poesia Europeia , que foi transmitido pela RTP. Em 13 de julho de 1981, foi condecorado pelo presidente da república e, nesse mesmo ano, recebeu o Prémio de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2005, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o escritor atribuindo o seu nome a uma avenida no Alto do Lumiar.
Entre as suas obras poéticas mais representativas, destacam-se A Viagem Secreta e Tempestade de Verão . Na ficção narrativa, salienta-se Gaivotas em Terra , As Quatro Estações e Um Amor Feliz .
Aniversário da morte de Almada Negreiros
Em 1913, realiza uma primeira exposição individual, onde apresenta cerca de 90 desenhos na Escola Internacional, e conhece Fernando Pessoa, que escrevera uma crítica à exposição na Águia . Continua a colaborar como ilustrador para várias publicações, e em 1914 torna-se diretor artístico do semanário monárquico Papagaio Real .
No ano seguinte, escreve a novela A Engomadeira , publicada em 1917, onde aplica ou interseção teorizada por Fernando Pessoa, abrindo-se ao surrealismo. Colabora no primeiro número da revista Orpheu , reprovada por Júlio Dantas, que afirma que não há justificação para o sucesso da revista e para publicidade feita ao seu redor, afirma que os autores são pessoas sem juízo. Ainda nesse ano de 1915, Almada realizou o bailado O Sonho da Rosa.
Em 21 de outubro do mesmo ano, foi lançada uma peça de Júlio Dantas Soror Mariana. Almada reagirá com a publicação do Manifesto Anti-Dantas e por Extenso.
De 1943 a 1948, sua atividade incidiu na realização de frescos da Gare Marítima de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos, sendo-lhes atribuído o Prémio Domingos Sequeira, em 1946.
Regressa à realização de vitrais em 1951, desenhando a Igreja de Santo Condestável, Lisboa, e os da Capela de S. Gabriel, em Vendas Novas, e à pintura em 1954, quando pinta o Retrato de Fernando Pessoa.
A sua atividade, no final dos anos 50, inclui decoração de obras de arquitetura, como sejam:
- painéis para o Bloco das Águas Livres e frescos da Escola Patrício Prazeres (1956);
- decoração das fachadas dos edifícios da Cidade Universitária (1957);
- cartões de fita adesiva para a Exposição de Lausanne, o Tribunal de Contas e o Hotel de Santa Luzia de Viana do Castelo (1958) e o Palácio da Justiça de Aveiro (1962);
Realizou as suas últimas obras em 1969 - o painel Começar no átrio da Fundação Calouste Gulbenkian, iniciado no ano anterior, e os frescos Verão na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.
Exposição de trablhos
18 de junho - décimo aniversário da morte de José Saramago
Dez anos de morte de Saramago assinalados com a leitura de um dos romances inéditos.
Desafio da Semana - resultados
10 de junho - Dia de Portugal, de Camões e da Comunidades Portuguesas
Aniversário da morte e Charles Dickens e Trindade Coelho
Em 9 de junho de 1870, morre o escritor inglês Charles John Huffam Dickens, autor, entre outros, dos romances conhecidos Oliver Twist (1837-1839) e David Copperfield (1849-1850). Nasceu em 7 de fevereiro de 1812, em Portsmouth.
Na sua infância, Charles frequenta, durante três anos, uma escola particular onde tomar contato com vários escritores clássicos . Infelizmente, a situação econômica da sua família piora ao ponto de seu pai ser preso por dívidas. Com dez anos de idade, a família muda para um bairro barato de Londres e é obrigada a vender os livros que o deslumbravam.
As dificuldades por que passa nesta fase da sua vida e o contacto com as classes londrinas mais desfavorecidas, viriam a servir, posteriormente, de tema à maioria dos seus romances e contos
Em adulto, graças aos conhecimentos adquiridos na sua infância, envereda pela carreira de jornalista, iniciando a escrita das suas primeiras obras.
Também em 9 de junho de 1908, morre, em Lisboa, o escritor português José Francisco Trindade Coelho. Nasceu em Mogadouro, em 18 de junho de 1861, e passa a sua infância em Trás-os-Montes e Alto Douro. Mais tarde, vai estudar Direito, na Universidade de Coimbra, obtendo o grau de Bacharel. Em Illo Tempore , de 1902, o autor transmite-nos a sua vivência enquanto estudante. Durante sua permanência na Lusa Atenas - nome atribuído em Coimbra, por ser, como na cidade da Grécia Clássica, o centro de cultura e o conhecimento do País - colabora em diversos periódicos, usando o pseudónimo de Belisário .
Camilo Castelo Branco ajuda-o a obter o cargo de Delegado do Procurador Régio no Sabugal, tendo sido transferido para Lisboa em 1889, como se pode ler na Autobiografia que acompanha as edições mais recentes de Os Meus Amores , o seu mais conhecido livro de contos, cuja primeira edição é de 1891.
Desenvolveu um papel ativo na luta contra o analfabetismo, ao escrever uma Cartilha do Povo (1901), O ABC do Povo (1902), O Primeiro Livro de Leitura (1903), Segundo Livro de Leitura (1904) e Terceiro Livro de Leitura ( 1905).
Passa por diversas crises de esgotamento nervoso - que não se refletem na sua escrita - e que o levam ao suicídio.
As memórias dos tempos passados em Trás-os-Montes e Alto Douro estão sempre presentes nos seus livros repletos de pessoas doces, quase ingénuas, refletindo uma vivência digna, idílica e patriarcal, onde os velhos figurinos e as formas de vidas se sobrepõem aos novos ventos da modernidade, como, por exemplo, em A Lareira e Idílio Rústico.
Onde moram as coisas
Esta semana, algumas das turmas de 5.º ano, da Escola Básica de Porto Alto, participaram na atividade "Onde Moram as Coisas",...

Publicações mais vistas
-
PARABÉNS, ANA CAVACO, DO 8.º F! A nossa querida aluna foi a vencedora nacional do 3.º ciclo do Concurso "Ser escritor é cool!" c...
-
O CRIB apanhou boleia da chuvinha de hoje e visitou o JI António José Ganhão. Para receber esta fantástica equipa, contamos com o 1.º A2,...
-
Esta semana, algumas das turmas de 5.º ano, da Escola Básica de Porto Alto, participaram na atividade "Onde Moram as Coisas",...
-
É assim que gostamos de ver as Bibliotecas Escolares! (visite nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/ )
-
O 9.º C refletiu e chegou à conclusão de que LER pode ser tanta coisa! E está tudo bem! ( visite nossa biblioteca digital em https://bibli...
-
Dado o mote para o tema do ano, "500 anos de Camões", recebemos vários poemas para o concurso, obedecendo ao tema ou de tema livre...
-
Na Escola Básica n.º 2 de Porto Alto, há um adereço na BE que faz as delícias de todos os alunos: o fantocheiro. Tudo começou com um grupo...
-
Qualquer alerta que se faça, todas as chamadas de atenção, ou o mais pequeno gesto são importantes para despertar consciências e formar cid...
-
Esta semana o Projeto Parlamento dos Jovens esteve ao rubro. A campanha eleitoral continua a marcar a presença nas nossas escolas, tanto n...
-
Com estas sugestões, os professores de matemática do nosso agrupamento vêm provar-nos que a poesia é transversal e, tal como a matemática,...