A minha solidão devia ter asas


Os alunos do 10.º ano, da Escola Secundária Professor João Fernandes Pratas, assistiram ao espetáculo A minha solidão devia ter asas, no Cine-Teatro de Benavente.

Este espetáculo é uma verdadeira experiência sensorial que cruza leitura, representação, música, dança, performance e multimédia. 

Cristina Paiva (formidável atriz) chama a si autores universais - portugueses e de outras línguas - para nos mostrar como são ou podem ser as experiências de todos nós. A beleza e a força das palavras de Álvaro de Campos, Alexandre O'Neill, Fernão Mendes Pinto, António Lobo Antunes, Maria Velho da Costa, Gil Vicente, António Ramos Rosa, Mário Cesariny, entre outros, são um espelho para nos vermos e, também, para ver quem está ao nosso lado.

O espetáculo procura a compreensão, o diálogo, a semelhança das nossas experiências, da nossa solidão. A conversa final, entre a atriz e os alunos, não deixou de sublinhar esse esforço. A esse propósito, podemos lembrar uma das muito famosas e imbatíveis frases de António Lobo Antunes: "Temos a mania que a inteligência é a maior virtude, mas a bondade é a maior." Que transformemos as palavras boas da nossa extraordinária língua em ações boas.

Deixamos o QR code disponibilizado pela Andante Associação Artística, onde se pode consultar todas as referências e elementos do espetáculo. Muitos dos autores e das obras encontram-se na coleção da nossa biblioteca escolar. 


(visite a nossa biblioteca digital em https://bibliotecadigitalaesc.webnode.pt/)

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